Posts Tagged ‘Celia Ribeiro’

Como servir um bom espumante

segunda-feira, 29 dezembro 2014

A dica é do livro Etiqueta de bolso – Um guia de boas maneiras de A a Z, de Celia Ribeiro.

Etiqueta_de_bolso

O livro de Celia Ribeiro traz muitas dicas para a hora da festa

 

O espumante é sempre uma celebração. O brut ou sec é servido no início da refeição, passando ao demi-sec (quase seco) à hora da sobremesa. Mas também pode ser bebida única. O espumante é vertido no cálice vagarosamente, em pouca quantidade, para ser completado, aos poucos, com as borbulhas. A temperatura ideal para servi-lo é de quatro a seis graus, acentuando seus aromas e garantindo o desprendimento mais lento do gás carbônico nas borbulhas. A garrafa mantida no balde com gelo é envolvida com um guardanapo para a bebida ser vertida no cálice.

Etiqueta de bolso: um ótimo e útil presente

segunda-feira, 1 dezembro 2014

Em Etiqueta de bolso – um guia de boas maneiras de A a Z, a jornalista e especialista em etiqueta Celia Ribeiro, oferece um dicionário de boas maneiras prático e fácil de consultar com verbetes claros, diretos e muito úteis que nos ajudam naquelas horas de dúvida. Basta procurar o que você quer por ordem alfabética. O verbete “Natal”, por exemplo, traz ótimas dicas pra todos nós:

NATAL

A anfitriã de uma festa natalina em que os participantes contribuem com bebidas e comida deve fazer um cardápio geral para cada um levar pratos que condigam com ele. Bebidas, a mesma coisa, ainda que espumante seja o ideal até para o preparo de uma bebida gelada com frutas, como é o clericot.
Data – Além da comemoração familiar na noite de 24 de dezembro, festeja-se o Natal em outras datas e locais, inclusive entre colegas de uma empresa. Se uma parte da família viajará no Natal, antecipa-se a comemoração familiar. A data propriamente dita é festejada com outras pessoas e local. Se estresse.
Amigo-secreto – Numa concorrida noite de Natal é uma boa providência ter duas ou três lembrancinhas unissex empacotadas para presente para a eventualidade de alguém ter sido esquecido ou aparecerem pessoas não previstas. Nem todos os participantes de uma festa natalina precisam ser convidados a participar do amigo-secreto, cujo limite de valor é sempre preestabelecido. O presente é entregue após a ceia, e namorados recentes em geral não estão incluídos. Havendo crianças, é melhor presenteá-las antes da ceia. Além de mais econômico – basta levar um presente, sabendo com antecedência quem será o amigo -, o amigo-secreto é um costume que já saiu da esfera particular para entrar nos locais de trabalho. O que não pode é deixar de participar de última hora: alguém ficará sem presente. (Ver presentes)

O livro é um ótimo (e barato) presente para o Amigo-secreto (também conhecido como Amigo-oculto).

Celia Ribeiro autografa Etiqueta de bolso nesta terça-feira, 2 de dezembro, na Livraria Saraiva do Moinhos Shopping em Porto Alegre.

Etiqueta_de_bolso

Um ótimo presente de Natal

Sorvete de café no Dia Nacional do Café

sexta-feira, 24 maio 2013

Sorvete de café

½ litro de creme, 2 colheres de café instantâneo, 1 xícara de leite, 1 colherzinha de maisena, 4 gemas, 8 colheres de açúcar, 4 claras.

Rendimento: 8 porções

Como preparar:

Aqueça o creme de leite em banho-maria e, quando estiver bem quente, acrescente o café dissolvido no leite, mais a maisena. Desmanche as gemas num pouquinho de leite e agregue o açúcar. Derrame o creme de café quente, sempre mexendo, sobre as gemas. Deixe amornar e acrescente as claras batidas em neve, revolvendo suavemente o sorvete.

Leve  ao freezer numa forma para sorvete.

(Do livro 100 Receitas de sobremesa, Celia Ribeiro, Coleção L&PM Pocket)

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 Dica: sirva com folhinhas de hortelã.

Com champanhe na ponta da língua

quarta-feira, 28 dezembro 2011

Em seu livro, Etiqueta Século XXI, a jornalista e expert em etiqueta Célia Ribeiro dedica um capítulo inteiro a festas. E é lá que a gente descobre como não fazer feio na hora de falar (e de servir) a bebida que é símbolo do Ano Novo: o champanhe. Ou seria melhor dizer champanha? Célia Ribeiro esclarece:

A palavra champanhe deriva-se de Champagne, a região da França que deu nome à bebida e que hoje detém a exclusividade do nome. Assim, na Espanha, é cava, na Alemanha, sekt e em português se diz espumante. A palavra foi abrasileirada para champanha, mas ambas são corretas. Estranho é dizer um champanha, guardando a concordância com a palavra oculta vinho, porque champagne é masculino. Doutores em Letras, como o professor Cláudio Moreno, acham que em pleno século XXI não tem sentido fazer uma exceção da palavra terminada em a, de gênero sempre feminino, ao se referir ao champanhe. Mais fácil é falar em champanhe com o artigo masculino, sem quebrar regras e ferir os ouvidos.

Vale servir na garrafa com canudinho? A garrafinha representa a democratização da bebida nobre, industrializada. O champanhe para ser tomado com canudinho transforma um encontro feliz na praia em celebração e é viável servi-lo numa reunião descontraída ou em ambiente sem recursos para o serviço convencional de taças.

sábado, 8 outubro 2011

Criança costuma fazer manha para comer. Alface, brócolis, beterraba e abobrinha ocupam os primeiros lugares na lista de inimigos dos baixinhos. Criança gosta de bolo, chocolate, batata frita e… SORVETE! Na semana das crianças vale o agrado. É o momento dos pais baixarem a guarda e deixarem os pequenos se deliciarem com todas as gostosuras que a cozinha pode oferecer. O sorvete de leite condensado que Celia Ribeiro ensina em 100 receitas de sobremesa é perfeita para comemorar a data. E o melhor: é tão fácil que as próprias crianças podem colocar a mão na massa!

SORVETE DE LEITE CONDENSADO

Ingredientes:
4 xícaras de leite, 1 lata de leite condensado, 3  colheres rasas de chocolate em pó, 1 colherzinha de maizena.
Rendimento: 8 porções

Como preparar:
Ferva o leite com o leite condensado. Agregue o chocolate e a maisena e retorne ao fogo para engrossar o creme. Depois de frio, despeje o creme numa forma e leve ao freezer.

Dica:
Uma ótima combinação para servir sorvete é o waffle que se adquire pronto em lojas de delicatessen.  Aqueça os waffles no forno, coloque um em cada pratinho de sobremesa ou num prato individual maior e apresente ao convidado. Na mesa, uma bandeja com molhos de chocolate, de morango e caldas quentes, creme chantilly, nozes e cerejas ao maraschino em potinhos.

O sorvete é apresentado numa cremeira, em bolas. O convidado prepara então sua própria sobremesa, com o sorvete sobre o waffle e os complementos desejados. Tal sobremesa se come com colher e garfinho e, por ser muito consciente, é adequada como fecho de um cardápio de comidas salgadas leves como peixe ou frango.


Sábado tem sempre uma “Receita do dia” vinda diretamente dos livros da Série Gastronomia L&PM.

Para fazer de olhos fechados

sábado, 3 setembro 2011

Uma das coisas mais gostosas de se fazer no fim de semana é preparar (e degustar!) uma bela sobremesa. Se for uma torta, melhor ainda. E se, pra completar, for fácil de se fazer em casa e você puder chamar os amigos ou a família para dividir, não há palavras para descrever a alegria. Eis a “Torta preguiçosa”, uma receita que tem a alma do final de semana. A dica é de Célia Ribeiro e foi extraída do livro 100 receitas de sobremesas. Imperdível!

TORTA PREGUIÇOSA

Ingredientes (rende oito porções): 4 maçãs, 1 xícara de açúcar, 2 xícaras de farinha de trigo, 1 colher de fermento em pó, 1 colher de canela em pó, 4 ovos, 1/2 pacote de margarina, 2 colheres de manteiga para untar a forma.

Como preparar: Descasque, retire as sementes e corte as maçãs em fatias finas. Espalhe-as no fundo da forma previamente untada com manteiga. Por cima, pulverize o açúcar misturado com a canela. Cubra com a farinha peneirada junto com o fermento. Bata os ovos, acrescente a margarina derretida e distribua a mistura por cima da torta. Movimente a forma em sentido horizontal para distribuir a gordura. Com um garfo faça furos na preparação até atingir as maçãs.
Leve a torta ao forno moderado (170 a 180 graus) por mais ou menos 30 minutos. Abra a lateral da forma com a torta ainda quente, coloque-a sobre o prato e sirva imediatamente.

Dica: Fica ótima com creme chantilly gelado.

Sábado tem sempre uma “Receita do dia” vinda diretamente dos livros da Série Gastronomia L&PM.

37. Um livro de etiqueta nas paradas de sucesso

terça-feira, 19 julho 2011

Por Ivan Pinheiro Machado*

Celia Ribeiro é uma das grandes jornalistas do país. Há pelo menos quatro décadas, sua opinião e seus comentários sobre moda e comportamento influenciam gerações.

A capa da primeira edição de "Etiqueta na prática" em formato convencional

Pois foi em 1991 que nós decidimos pedir à Celia aquele que seria o primeiro livro brasileiro “moderno” sobre etiqueta. Ela trabalhou no projeto durante quase um ano e nós publicamos uma pequena edição de 1.000 exemplares do livro ”Etiqueta na Prática”, um guia completo para um comportamento “socialmente correto”. Incluía instruções detalhadas de como se comportar à mesa, no trabalho, em festas, o tipo de vestimenta adequada a cada evento, enfim, tudo o que alguém precisa saber para circular em sociedade sem ser notado. Partindo do princípio, é claro, de que as gafes e as maneiras inadequadas, paradoxalmente, são o que realmente chamam a atenção.

Mas o livro “Etiqueta na prática”, lançado no final do ano de 1991, para surpresa geral, acabou vendendo sua edição de 1.000 exemplares em apenas um dia. Reeditamos imediatamente e depois de sucessivas reimpressões, o livro “estourou” no Brasil inteiro, a ponto de a revista Veja, na sua edição de 3 de março de 1992, registrar numa matéria de quatro páginas, o novo “fenômeno editorial”.

Na época, foram muitas as teses que tentavam explicar o enorme sucesso do livro. Em poucos meses alcançamos a cifra de 35 mil exemplares e, 10 anos após o lançamento, já em versão pocket, “Etiqueta na Prática” atingia a extraordinária cifra de 200 mil exemplares vendidos. Surpresos com o sucesso, encomendamos uma pesquisa para descobrir qual era o público leitor do livro. A conclusão foi de que ele era composto, em sua maioria, por mulheres entre 18 e 35 anos. Ou seja, os clientes eram preferencialmente os filhos da geração dos anos 70, cujos pais não davam nenhuma bola à formalidade. E ao chegar na idade em que se entra na convivência social propriamente dita, no trabalho e no lazer, estes filhos da geração hippie, sentiam falta de uma orientação para enfrentar as formalidades do dia a dia. Seja a garota que recebia o seu primeiro convite para jantar com o namorado, seja o rapaz que havia sido convidado para uma recepção à noite ou tinha uma entrevista para emprego, todos encontraram no livro de Celia Ribeiro o roteiro exato de comportamento e traje. Inclusive há no livro tabelas em que ela traduz na prática as indicações de vestimentas (para homem e mulher) que sempre vêm nos convites; “alto esporte”, “tenue de ville”, “tenue de soirée”, “passeio completo”, “recepção”, “Black tie” e por aí vai.

Nos anos 1980, Celia Ribeiro ao lado de Clodovil

Foi então que o mercado imediatamente respondeu e “inspirou-se” no sucesso de Celia. Começaram a surgir dezenas de livros de etiqueta e boas maneiras, sendo que o mais destacado foi “Na sala com Danuza”, de Danuza Leão, que fazia uma muito sutil “resposta” a Celia Ribeiro, como quem diz que a vida poderia ser mais informal. Mas a verdade é que, quando havia uma formalidade, a bíblia a ser seguida sempre era o livro da Célia. E tal foi o sucesso que, 5 anos depois, em 1997, atendendo a centenas de pedidos, Celia Ribeiro escreveu e nós publicamos “Etiqueta na prática para crianças”, com ilustrações do cartunista Miguel Mendes; outro sucesso avassalador, pois hoje, passados 14 anos, este livro é leitura obrigatória em centenas de colégios de primeiro e segundo grau em todo o país.

Célia escreveu ainda “Boas maneiras e sucesso nos negócios”, “Boas maneiras à mesa”, “Casamento e etiqueta” e “Etiqueta Século XXI”. No momento, ela prepara um “Dicionário de etiqueta”, que será lançado diretamente na coleção L&PM Pocket.

*Toda terça-feira, o editor Ivan Pinheiro Machado resgata histórias que aconteceram em mais de três décadas de L&PM. Este é o trigésimo-sétimo post da Série “Era uma vez… uma editora“.

A sobremesa do inverno

sábado, 16 julho 2011

Segundo Célia Ribeiro, autora do livro 100 receitas de sobremesa, de onde foi extraída esta iguaria, o pudim de queijo é a sobremesa perfeita para servir após uma deliciosa refeição com fondue. Perfeito para os dias frios de inverno, uma sobremesa charmosa e que deixará todos os convidados encantados.

PUDIM DE QUEIJO

Ingredientes:

700g de açúcar, 2 xícaras de água, 2 colheres de manteiga, 100g de queijo parmesão ralado, 12 ovos.
Rendimento: 8 porções

Como preparar:

Prepare a calda com o açúcar e a água , em ponto médio (108 graus) e, ainda quente, acrescente a ela a manteiga e o queijo ralado. Deixe esfriar e peneire. O queijo que sobrou na peneira junte novamente à calda.

À parte, misture os ovos e passe-os por peneira, uma ou duas vezes. Aos poucos, agregue os ovos na calda. Derrame a preparação em uma forma para pudim untada com manteiga. Leve ao forno moderado para assar; desenforme o doce depois de frio.

O creme peneirado do pudim deixa-o aveludado e o queijo que ficou na peneira forma uma deliciosa base crocante.

Sábado tem sempre uma “Receita do dia” vinda diretamente dos livros da Série Gastronomia L&PM.

Pudim de amêndoas Assis Brasil

sábado, 4 junho 2011

Um pudim de amêndoas capaz de deixar qualquer um com água na boca. A dica de hoje é de Celia Ribeiro, no livro Receitas de Yayá Ribeiro. Neste livro, Celia oferece aos leitores receitas de salgadinhos, pães, bolos, biscoitos, tortas e muitas outras delícias.

PUDIM ASSIS BRASIL

Ingredientes:
1kg de açúcar, 3 xícaras de água, 1 colherzinha de açúcar de baunilha, 2 colheres de manteiga, 100g de amêndoas moídas, 24 gemas, 2 claras. Para caramelar a forma: 1 ½ xícara de açúcar.

Como preparar:
Caramele a xícara e meia de açúcar, colocando-a numa panela e mexendo até que o açúcar fique liso. Derrame-o na fôrma e, rapidamente, espalhe-o em toda ela. Com o quilo de açúcar, a água e a baunilha, prepare uma calda média e, ainda quente, misture a ela a manteiga e as amêndoas. Deixe o preparado esfriar e acrescente as gemas e as claras. Derrame a mistura na fôrma forrada de açúcar queimado e leve ao forno quente, em banho-maria, por mais ou menos 45 minutos. Desenforme o pudim depois de frio.
Obs: Durante o banho-maria, tenha o cuidado de manter a água no nível da superfície do doce.

Sábado tem sempre uma “Receita do dia” vinda diretamente dos livros da Série Gastronomia L&PM.