Em Paris, uma viagem luminosa às maiores obras de Van Gogh

14 março 2019

Vincent Van Gogh é a estrela da nova exposição digital do Atelier des Lumières, em Paris. Fã do pintor holandês (e responsável pela edição dos tantos livros que a L&PM publica sobre a vida de Van Gogh), o editor da L&PM, Ivan Pinheiro Machado, que está na Cidade Luz para o Salão do Livro, não poderia deixar de passar por lá. Ele, aliás, mandou dizer que é “um fantástico show tecnológico de som e imagem sofisticadíssimas.É o grande hit parisiense neste fim de inverno.”

A exposição criada por Gianfranco Iannuzzi, Renato Gatto e Massimiliano Siccardi, foi batizada de “Van Gogh – Starry Night” (Van Gogh – Noite Estrelada) e explora as numerosas obras de Van Gogh, que evoluíram radicalmente ao longo dos anos e destaca as pinceladas expressivas e poderosas do pintor holandês, iluminadas pelas cores ousadas de suas pinturas únicas.  A exposição imersiva evoca o mundo interior altamente emocional, caótico e poético de Van Gogh e destaca a interação constante de luz e sombra.

O itinerário temático remonta os estágios da vida do artista e suas estadas em Neunen, Arles, Paris, Saint-Rémy-de-Provence e Auvers-sur-Oise. Os visitantes são transportados para o coração de suas obras, desde seus primeiros anos até os mais maduros, e de suas paisagens ensolaradas e paisagens noturnas para seus retratos e naturezas-mortas.

Os visitantes que desejarem conhecer mais sobre as obras durante o tour, podem baixar o aplicativo Baixe nosso aplicativo gratuito “Van Gogh, Starry Night” na AppStore ou no Google Play.

Dê só uma olhada na maravilha que é essa experiência que estará aberta até 31 de dezembro de 2019. Ou seja, dá tempo de conseguir uma passagem promocional e ir lá conferir (não custa sonhar!).

Para completar, Ivan avisa que, no mesmo espaço, há também uma exposição de gravuras japonesas lindíssimas.

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Conheça todas as obras que a L&PM publica sobre Van Gogh: tem de biografia à graphic novel, passando por cartas e estudos.

 

Garfield é show

7 março 2019

Garfield é um dos gatos mais famosos dos quadrinhos. Isso se não for “o” mais famoso. Ele está em tirinhas de jornais, em livros publicados pela L&PM e, para quem quer vê-lo em movimento e a cores, também na série “O Show de Garfield”, cuja primeira temporada está disponível na Netflix em 26 episódios de 24 minutos cada.

No primeiro episódio há duas histórias: “Guerra das Massas” e “Mamãe Garfield”. Na primeira, a Terra é invadida por alienígenas no formato do prato favorito de Garfield: lasanha. Na segunda, quando mamãe passarinho fica presa na garagem, adivinha quem vai cuidar de seus ovos?

Garfield mamae passarinho

Você já teve Ressaca Literária?

28 fevereiro 2019

Dia 28 de fevereiro é o “Dia da Ressaca”. A efeméride, não tão popular no Brasil, é um alerta para os riscos do excesso de bebida no organismo. Este é o dia para que você se reúna com os amigos e compartilhe as suas histórias mais hilariantes e, claro, aproveite com moderação. Dores de cabeça, ansiedade e desânimo são sintomas também da ressaca literária. Resolvemos compartilhar algumas indicações de que, talvez, você esteja sofrendo deste mal.

bebidaelivros

1. Ler muitos livros sem filtrar informações.

Ler demasiadamente, assim como ingerir muita bebida alcoólica, pode causar algumas reações, como enjôo de determinadas obras, cansaço e preguiça. Se você está consumindo muitas informações, vá com calma, deguste a leitura. Não queremos que algo bom se torne prejudicial, certo?

2. Apegar-se a um personagem.

Você já deve ter lido alguma obra que o tirou do prumo: a narrativa era incrível, os personagens tinham características únicas e encantadoras e você acompanhou o passo a passo da história como se estivesse vivendo tudo aquilo e então: tudo aquilo acaba. Certo, o final pode ser ótimo, mas você sente um vazio estomacal, como se tivessem retirado o seu âmago literário.

3. Ler um livro que não gostou.

Ao mesmo tempo que você teve uma experiência boa, alguma obra pode ter decepcionado você. Este é um daqueles momentos que você espera acordar bem e disposto, mas a expectativa acabou sendo seu maior inimigo. Alguns sintomas são: confusão mental, tristeza momentânea, dores de cabeça e, em casos extremos, raiva demasiada.

4. Ler diversas obras ao mesmo tempo.

A ressaca literária acontece também quando você, sem escrúpulo algum, resolve misturar diferentes obras ao mesmo: romance, biografia, ficção científica, quadrinhos, etc. Por vezes, você possui uma maior lentidão para terminar essas obras, porém apressa-se para começar outras. Neste caso, você sente ansiedade, impaciência e, também, confusão mental.

Já sentiu algum dos sintomas acima? Se sim, é provável que você já tenha sofrido de Ressaca Literária. Mas ressaca é assim: depois que passa você já está pronto para outra (pelo menos no que se refere aos livros). Então vá lá, abra um novo livro, deguste à vontade em casa ou mesmo em um bar e faça sempre um brinde ao seu escritor preferido!

A primeira imagem de Mulherzinhas, novo filme de Greta Gerwig

6 fevereiro 2019

Essa é a primeira imagem do ensaio do filme Mulherzinhas (Little Women), da diretora Greta Gerwig (a mesma de Lady Bird), baseado na obra mais conhecida de Louisa May Alcott. A foto mostra o núcleo das quatro irmãs March vestidas à caráter no set de filmagem em Harvard, Massachusetts: Eliza Scanlen como a tímida Beth, Saoirse Ronan como a moleca impulsiva Jo, Emma Watson como a madura Meg e Florence Pugh como a precoce caçula Amy. No elenco, ainda estão Laura Dern como a mãe das meninas e Meryl Streep como tia March.

MULHERZINHAS PRIMEIRA IMAGEM FILME 2019

A L&PM publica Mulherzinhasde Louisa May Alcott, em pocket e ebook com tradução de Federico Carotti e Denise Bottmann. Publicado originalmente em 1868, nos Estados Unidos, o livro teve sucesso imediato de público e crítica. Este belo romance de formação, que se lê num fôlego só, não cessa de encantar gerações e gerações de leitoras e leitores e agora ganhará uma nova adaptação. A previsão de estreia é dezembro de 2019.

Mulherzinhas

Van Gogh para toda a eternidade

4 fevereiro 2019

Depois do sucesso do filme Com amor Van Gogh, que concorreu ao Oscar de melhor animação em 2018, o pintor holandês volta a tela grande para emocionar. O filme No portal da eternidade, dirigido por norteamericano Julian Shnabel, traz Willem Defoe no papel de Van Gogh. O ator está concorrendo ao Oscar de melhor ator pelo papel do pintor holandês.

O roteiro foi escrito por Shnabel e Jean-Claude Carriere (ex parceiro de Buñuel em clássicos como A Bela da Tarde e O Discreto Charme da Burguesia) e mostra toda a vulnerabilidade do artista que não teve reconhecimento em vida e só foi considerado um gênio da pintura após a sua morte.

No portal da eternidade estreia nos cinemas brasileiros na quinta-feira, 7 de fevereiro.

A L&PM Editores publica Vincent – A História de Vincent Van Gogh em quadrinhos, Van Gogh na Série Biografias L&PM, Cartas a Theo em pocket, Cartas a Theo e outros documentos sobre a vida de Van Gogh em formato grande e o recém lançado O capital de Van Gogh – Ou como os irmãos Van Gogh foram mais espertos do que Warren Buffet, de Wounter Van Der Veen, especialista de renome mundial na vida e na obra do mestre holandês.

O capital de Van Gogh quer mostrar que o artista não era nem de longe um artista marginal e miserável; ao contrário, sempre levou uma vida confortável; e os irmãos Van Gogh tinham uma visão quase profética da evolução do mercado de arte, e juntos prepararam um êxito excepcional. Vincent tinha perfeita noção da originalidade e da inovação que significava seu trabalho, capaz de ao mesmo tempo romper e seguir o fio evolutivo da arte moderna iniciado pelos impressionistas.

Entrevista com Jason Stanley, autor de “Como funciona o fascismo”

21 janeiro 2019

Entrevistado pelo Caderno DOC, do jornal Zero Hora, Jason Stanley, autor do recém lançado Como funciona o fascismo diz que está preocupado com o Brasil. Leia aqui a matéria publicada em 19 de janeiro de 2019:

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Peter Greenaway planeja mega instalação inspirada em “On the Road”

18 janeiro 2019

O cineasta e artista multimídia britânico Peter Greenaway, de 76 anos, é uma viagem. Criador de filmes considerados vanguardistas, ele acaba de anunciar que está trabalhando na obra mais ambiciosa de sua carreira: uma instalação faraônica em forma de uma vasta pista de corrida que presta homenagem ao clássico livro de Jack Kerouac. O objetivo é transpor o espírito de On the road para o século 21, além de levantar questões sobre “o futuro de nossa aventura” e refletir sobre como serão as nossas estradas e como vamos usá-las. “Quero que a instalação faça pensar a respeito da maneira como estamos cobrindo o mundo com quilômetros e quilômetros de rodovias” disse ele ao jornal britânico The Guardian.

Devido ao tamanho e ao elevado custo, a ideia é erguer a obra nos Emirados Árabes para depois levá-la à Europa. Ele prevê colocar carros sem motoristas e outros veículos futuristas que andem por pistas de corrida e que atravessem prédios em tamanho real. “Essas coisas exigem muita organização e muito dinheiro”, disse Greenaway. “Vai ser muito caro. É provavelmente por isso que o nome Dubai surgiu nas mentes de todos os produtores que estão interessados ​​no projeto. Os potenciais financiadores de lá são fascinados pelo projeto”, afirmou ele.

A instalação inspirada no livro de Kerouac está nos estágios iniciais de planejamento, mas o cineasta já apresentou alguns esboços, mostrando carros entrando e saindo de prédios.

Esboço feito por Peter Greenaway

Esboço feito por Peter Greenaway

Esboço feito por Peter Greenaway

Esboço feito por Peter Greenaway

O cineasta ainda não sabe se a instalação será apenas para ser observada de fora — como uma pista de Fórmula 1 — ou se será interativa, com a possibilidade de percorrê-la dentro dos veículos. Ele também não descartou a ideia de que a instalação vire uma obra permanente. Na entrevista, ele  lembrou a Torre Eiffel, em Paris, construída em 1889 para, a princípio, ser uma estrutura provisória.

O que Kerouac acharia disso é o que ficamos aqui pensando.

Uma série literária

8 janeiro 2019

Uma série que está dando o que falar é “You”. Disponível na Netflix, “You” ou “Você” possui apenas 1 temporada, dividida em 10 episódios de aproximadamente 45 minutos cada. A narrativa é sobre Joe Goldberg, um livreiro da cidade de Nova Iorque que se apaixona perdidamente por Beck, uma escritora muito atraente. A história não parece tão diferente de qualquer comédia romântica norte-americana. Porém, ao longo da série que reúne drama e suspense psicológico, Joe mostra-se extremamente obcecado pela jovem Beck, idolatrando a sua imagem, sempre movido pelo seu desejo de proteção um tanto exagerado. Cada episódio é um passo a mais dentro da mente de Joe, que justifica de forma lógica – na medida do possível – as suas atitudes um tanto perigosas.

neflixt

Por fazer parte do cenário literário, é claro que alguns clássicos não ficaram de fora da narrativa. Ao longo da trama, são citados livros como “On the Road” de Jack Kerouac, “O Morro dos Ventos Uivantes” de Emily Brontë e “Dom Quixote” de Miguel de Cervantes. Todos são livros publicados pela L&PM Editores.

A série é baseada no livro “Você” de Caroline Kepnes e surpreendeu a crítica desde o dia em que estreou na Netflix brasileira. Na produção estão Greg Berlanti e Sara Gamble, nomes já conhecidíssimos no meio audiovisual.

Se você ficou com curiosidade sobre a série, vamos deixar o trailer aqui embaixo.

E você, assistiu algum filme ou seriado e lembrou de nós? Nos conte aqui nos comentários!

 

Resoluções de Ano Novo

4 janeiro 2019

As resoluções do gato mais famoso do Youtube, Simon´s Cat, para 2019:

- Seja menos materialista

- Aprenda a relaxar

- Leia mais

- Desligue

- Comece um hobby

- Aproveite bem o ar livre

- Viaje mais

- Seja mais romântico

- Enfrente seus medos

E pra completar, conheça os livros de Simon’s Cat publicados pela L&PM Editores. :-)

Livro da L&PM participa de experiência com The Velvet Underground

29 novembro 2018

Nos anos 60, quando surgiu em Nova York, o experimental The Velvet Underground era realmente uma experiência musical. Formada por Lou Reed, John Cale, Doug Yule e Angus MacAlise, pode-se dizer que essa banda fez história. Pois é justamente para resgatar a trajetória do grupo, de seus integrantes e de suas imagens que, ao visitar NY, não se pode deixar de experimentar “The Velvet Underground Experience”.

Muito mais do que uma exposição, o The Velvet Underground Experience fornece uma experiência única e extraordinária para os entusiastas da cultura, através de eventos especiais, instalações pop-up, colaborações de moda, exposições de arte, exibições, performances e masterclasses. Além de fotografias, retratos, filmes, vídeos, concertos ao vivo e oficinas musicais. Tudo para que o visitante possa, não apenas conhecer, mas vivenciar a Nova York da década de 1960.

“The Velvet Underground Experience” em Nova York. (Foto original: vemprany.com)

“The Velvet Underground Experience” em Nova York. (Foto original: vemprany.com)

“The Velvet Underground Experience” em Nova York (Foto original: vemprany.com)

“The Velvet Underground Experience” em Nova York (Foto original: vemprany.com)

Com um propósito alternativo e desvinculada a interesses comerciais, a banda The Velvet Underground teve apenas uma fração do reconhecimento do público da época, comparado ao que teria anos depois. Parte desse reconhecimento deve-se ao contato que integrantes do grupo tinham com os artistas norte-americanos da época, como  Andy Warhol, o “mentor-intelectual” que participava de forma sutil nas criações da banda.

Foi Warhol que integrou a vocalista Nico à The Velvet Underground, sob protesto dos próprios membros, para a produção do álbum de estreia da banda: The Velvet Underground & Nico. O disco, notabilizado pela banana na capa (feita pelo artista) e pelas composições vanguardistas, no entanto, teve pouco retorno do público.

Nico cantou com o The Velvet Underground por influência (ou imposição) de Andy Warhol

Nico cantou com o The Velvet Underground por influência (ou imposição) de Andy Warhol

A famosa banana de Warhol que estampou a capa "The Velvet Underground & Nico"

A famosa banana de Warhol que estampou a capa “The Velvet Underground & Nico”

Além das diversas recordações que marcou a cidade norte-americana, estão reunidas diferentes obras sobre a banda, de várias partes do mundo. O livro “Mate-me por favor” (“Please Kill Me”), organizado por Legs McNeil e Gillian McCain, publicado no Brasil pela L&PM, é uma dessas obras. Sim, isso mesmo: nosso livro está na exposição.

O livro da L&PM que faz parte de "The Velvet Underground Experience"

O livro da L&PM que faz parte de “The Velvet Underground Experience”

Mate-me por favor” reúne depoimentos de integrantes as melhores bandas dos anos 60 e 70, que deram início ao movimento punk.

Se você vai viajar para a Big Apple neste final de ano, não deixe de conferir a exposição que acontece na 718 Broadway, em Manhattan, até o dia 30 de dezembro.