É isso mesmo…Você também pode vestir o seu livro preferido. Como? Usando estas camisetas lindas de escritores como Jack Kerouac, John Steinbeck e F. Scott Fritzgerald, entre outros.



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“El olvido está lleno de memórias” escreveu o uruguaio Mario Benedetti em um de seus poemas. Pois é assim que ficará o local que, por anos, abrigou artistas, músicos, escritores, poetas e muitos casais apaixonados. O Chelsea Hotel, em Nova York, será vendido por falta de verbas. Se o brilho de seus hóspedes tivesse algum valor, o hotel certamente não fecharia suas portas. Na lista de hóspedes famosos estão Bob Dylan, que chegou a viver em várias suites durante os anos 60 – Jim Morrison, Patty Smith, Arthur Miller, Marilyn Monroe e até Mark Twain, que viveu num dos quartos de Chelsea durante anos. Também Sid Vicious, Robert Mapplethorpe e outros nomes ligados a Andy Warhol conheceram bem os seus corredores.
O Chelsea Hotel nasceu como a primeira cooperativa privada de apartamentos da cidade. Passou a funcionar como hotel em 1905. Foi por lá que alguns dos escritores publicados pela L&PM escreveram suas obras. Allen Ginsberg e Charles Bukowski vivenciaram estadias prolongadas pela “velha casa dos artistas”.
Abaixo a música feita por Leonard Cohen…Chelsea Hotel. Foi num dos quartos do Chelsea que Cohen viveu sua paixão com Janis Joplin.
Parece que já não se fazem mais escritores como antigamente. O belo livro The Writer’s brush – Painting, Drawings, and Sculpture by Writers, de Donald Frieman, traz uma extensa mostra de pinturas, desenhos e esculturas de famosos literatos do mundo inteiro, produzidas ao longo de várias épocas. Selecionamos algumas delas, todas de autores publicados pela L&PM, e aproveitamos para propor um teste: você consegue relacionar corretamente as obras com os escritores da lista que vem logo abaixo? Mas não vale espiar a resposta (que está no pé no post).
“Hozomeen, Hozomeen, most beautiful mountain I ever seen.” Assim Jack Kerouac definiu o Desolation Peak, onde passou pouco mais de 60 dias como vigia de incêndios. Dessa experiência, nasceu Anjos da desolação, agora publicado pela L&PM. A cabana que Jack morou nesses dois meses ainda está lá, aberta aos visitantes.
Para ler um trecho de Anjos da desolação, clique aqui.
Disponibilizamos mais cedo na WebTV uma entrevista legendada concedida por Jack Kerouac à intelectual italiana Fernanda Pivano. Aí resolvemos pesquisar um pouco mais sobre a “linda garota” que encantou o autor de On the road em 1966, e descobrimos essas fotografias dela na praia com o amigo de Kerouac, Allen Ginsberg, em 1967:
Anos depois, a mesma Fernanda e o mesmo Ginsberg posaram para outra foto:
É, o tempo passa até mesmo para as musas e os ícones da geração beat.
No post anterior, falamos das 50 reedições deste mês.
E se em julho, que era para ser “o mês de cães danados”, já tivemos essa produção toda, agosto não poderia chegar em menor estilo. O grande acontecimento será a 21ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, a realizar-se no Anhembi de 12 a 22 de agosto.
E para marcar este importante evento, a L&PM terá excelentes novidades tanto entre os livros convencionais, como nos livros de bolso. Olha só:
Coleção L&PM POCKET:
Depois do Funeral – Agatha Christie
Maigret sai em viagem – Simenon
Radicci 7 – Iotti
A linha de sombra – Joseph Conrad
Lincoln (Série Encyclopaedia) – Allen Guelzo
Primeira guerra mundial (Série Encyclopaedia) – Michael Howard
Despertar: uma vida de Buda – Jack Kerouac
O amor é o cão dos diabos – Charles Bukowski
Bella Toscana – Frances Mayes
Outros formatos:
Peanuts Completo volume 3 – Charles Schulz
Anjos da desolação – Jack Kerouac
Clássicos do Horror (Drácula, Frankenstein e O médico e o monstro) (Série Ouro) – Bram Stoker, Mary Shelley e Robert Louis Stevenson
Pedaços de um caderno manchado de vinho –Bukowski
Amores de alto risco – Walter Riso
A espécie fabuladora – Nancy Huston
Videiras de cristal – Luiz Antonio de Assis Brasil
Assassinato no Expresso Oriente & Morte no Nilo (Versão em Quadrinhos) – Agatha Christie
Alguns trechos dos livros novos já estão disponíveis na seção Próximos Lançamentos do nosso site.
Já há algum tempo o twitter deixou de ser um simplificado micro-querido-diário de seus usuários. Até o clássico “what are you doing?” foi substituído por um simpático “what’s happening?”. Mas além de ferramenta para publicação de notícias, divulgação de produtos, concursos e interação com clientes (oi, seguidores!), o twitter recebeu também outra função: ressuscitador de escritores. E pelos perfis dá para descobrir várias coisas sobre a personalidade de alguns dos nossos autores preferidos:
– Dostoiévski (@FDosto) não é dos mais assíduos e não posta nada desde março. Mas não é bobo e aproveitou os últimos meses para começar a seguir a musa da Copa, Larissa Riquelme.
– Os amigos Jack Kerouac e Allen Ginsberg parecem ter visões diferentes da coisa. @Jack__Kerouac, um cara simpático (ou será bisbilhoteiro?), segue mais de 300 pessoas. @allen_ginsberg não segue ninguém e parece bem assim.
– O último tweet (de dois) de Charles Bukowski (@hank_bukowski) dizia o seguinte: “Yesterday I met Adolf H. in hell. He is fuckin stupid”. Tradução: “Ontem encontrei Adolf H. no inferno. Ele é um _ estúpido”. Talvez esse seja real, hein…
Mas nem só de fakes vive o twitter. Alguns autores da casa realmente mantêm contas no microblog, e nós fazemos questão de indicá-los para vocês: @mauriciodesousa, @thedycorrea, @carolteixeira_, @ZPgoulart e @ducaleindecker. Follow them!
Atualização: faltou listar um importantíssimo: no @voltaremos é possível encontrar as ótimas receitas do querido Anonymus Gourmet!
O eterno titã Tony Bellotto, roqueiro, escritor e marido de Malu Mader, também é fã dos escritos de Jack Kerouac. Em sua coluna de hoje no blog da Companhia das Letras, fala sobre Satori em Paris e On the road – o manuscrito original, ambos publicados pela L&PM. Em um texto que desliza como um conversível numa highway, Belotto chega ao final falando de seu novo livro, que sairá em outubro pela Companhia: “Conto tudo isso para tentar entender (e explicar) como nasceu meu novo livro, No buraco. A estrada que liga Foz do Iguaçu a Umuarama me fornece algumas pistas não pavimentadas. Eis o que se revelou no meu satori: No buraco, em inglês, é On the hole”. Além dos livros citados, a L&PM publica ainda outras obras de Kerouac, veja aqui.
Essa é para mexer com o coração – e com o bolso – dos fãs da geração beat: a última máquina de escrever usada por Jack Kerouac, esse modelo Hermes vintage verde da foto, está sendo leiloada pela Christie’s. Foi nela que Kerouac escreveu as novelas Vanity e Pic (além de algumas cartas de cobrança para seu agente), entre 1966 e 1969. Para quem se interessou, o ideal é já começar a fazer as contas: os lances devem ficar entre US$ 20 mil e US$ 30 mil.
Depois de divulgar os prováveis atores dos papéis principais de On the road e de dizer que estava procurando nomes para os papéis secundários, Walter Salles anunciou em recente entrevista que agora só “um milagre” fará com que consiga terminar a sua produção independente. Apesar do diretor não ter desistido oficialmente, nada garante que algum dia assistiremos à adaptação da principal obra de Jack Kerouac nas telas do cinema. Gus van Sant e Jean-Luc Godard já haviam desistido antes mesmo de começar e agora é a vez de Salles queixar-se das dificuldades de fazer um “Road movie” com diferentes locações espalhadas pelo vasto território californiano. “Esse filme tem uma história de 50 anos de tentativas. É um pouco um filme Sísifo, em que você nunca tem a certeza de que vai conseguir levar a pedra lá para cima”, disse o diretor, em conversa com a Folha de S. Paulo.
Mas se o longa-metragem não está nem perto do fim, Walter Salles pelo menos conseguiu realizar À Procura de On the Road, um documentário que registra, segundo ele mesmo, a “busca por um filme possível”. O trabalho de 60 minutos foi editado em uma semana e exibido no Festival de Cinema de San Francisco, mas não deverá ser visto novamente. Uma pena, pois nele estão depoimentos de gente como Sean Penn, Wim Wenders, Peter Coyote e Johnny Depp.
A pergunta que fica no ar é: se é tão difícil filmar, não seria melhor esquecer e deixar a obra de Kerouac somente para leitores? A L&PM Editores possui treze títulos de Kerouac, entre eles On the road – o manuscrito original, o recém lançado Satori em Paris e ainda Big Sur, que acaba de sair em nova edição.