Posts Tagged ‘Eduardo Galeano’

Da fome de abraços

quarta-feira, 22 maio 2013

O livro dos abraços de Eduardo Galeano é a leitura perfeita para o Dia do Abraço, celebrado hoje, dia 22 de maio, em várias parte do mundo :)

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O Dia da Diversidade Cultural por Galeano

terça-feira, 21 maio 2013

21 de maio é Dia da Diversidade Cultural. Um dia para refletir, como bem mostra Eduardo Galeano em seu livro, Os filhos dos dias:

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“Os filhos” de Galeano ganham o mundo

quinta-feira, 16 maio 2013

Eduardo Galeano está em terra estrangeira. Em viagem pelos Estados Unidos, ele está participando de vários encontros e palestras sobre seu livro “Os filhos dos dias“, ou melhor, “The childrens of the days”.

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No dia 21 de maio, por exemplo, ele participará de um evento em Oakland:

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Einstein por Galeano

quinta-feira, 18 abril 2013
Página de "Os filhos dos dias", de Eduardo Galeano

Página de “Os filhos dos dias”, de Eduardo Galeano

Além de estar em Os filhos dos dias, de Eduardo Galeano, o genial Albert Einstein é um dos títulos da  Série Biografias L&PM

Eduardo Galeano e o Dia Mundial da Água

sexta-feira, 22 março 2013

22 de março

Dia da Água

De água somos.

Da água brotou  a vida. Os rios são o sangue que nutre a terra, e são feitas de água as células que nos pensam, as lágrimas que nos choram e a memória que nos recorda.

A memória nos conta que os desertos de hoje foram os bosques de ontem, e que o mundo seco foi mundo molhado, naqueles remotos tempos em que a água e a terra eram de ninguém e eram de todos.

Quem ficou com a água? O macaco que tinha o garrote. O macaco desarmado morreu de uma garrotada. Se não me engano, assim começava o filme 2001, Uma odisseia no espaço.

Algum tempo depois, no ano de 2009, uma nave espacial descobriu que existe água na Lua. A notícia apressou os planos de conquista.

Pobre Lua.

* trecho retirado do livro Os filhos dos dias, de Eduardo Galeano, que traz uma história para cada dia do ano.

Há 10 anos começava a Guerra do Iraque

quarta-feira, 20 março 2013

Em 20 de março de 2003, há exatos 10 anos, começava a famigerada Guerra do Iraque, um controverso episódio da nossa história contemporânea que não poderia ficar de fora do livro Os filhos dos dias de Eduardo Galeano.

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O nascimento do cinema, por Galeano

terça-feira, 19 março 2013

O livro Os filhos dos dias, de Eduardo Galeano, traz uma história para cada dia do ano: a de hoje relembra o nascimento do cinema:

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Nossas mulheres…

sexta-feira, 8 março 2013

A L&PM tem muitas mulheres. Escritoras, poetas, musas, personagens, nomes de livros. Basta digitar “mulher” na busca por títulos e ver o que aparece. Tem mulher no escuro, mulher de prazer, mulher de trinta anos, mulher com medo de barata, mulher de bandido, a mulher mais linda da cidade, mulher com exclamação. E mulher que é mulher e ponto.

No Dia Internacional da Mulher, escolha a sua e boa leitura! Abaixo, alguns exemplos que soam como uma homenagem:

Mulheres, de Eduardo Galeano: “Não consigo dormir. Tenho uma mulher atravessada entre minhas pálpebras. Se pudesse, diria a ela que fosse embora; mas tenho uma mulher atravessada em minha garganta.”

Estudos de Mulher, de Balzac: “Essa mulher, saída das fileiras da nobreza, ou elevada da burguesia, vinda de todas as partes, mesmo da província, é a expressão dos tempos atuais, uma última imagem do bom gosto, do espírito, da graça e da obstinação.”

A mulher mais linda da cidade, de Bukowski: “Das 5 irmãs, Cass era a mais moça e a mais bela. E a mais linda mulher da cidade. Mestiça de índia, de corpo flexível, estranho, sinuoso que nem cobra e fogoso como os olhos: um fogaréu vivo ambulante.”

24 horas na vida de uma mulher, de Stefan Zweig: “Toda essa recusa do fato óbvio de que em muitas horas de sua vida uma mulher pode ficar à mercê das forças além de sua vontade e consciência apenas disfarça o medo do próprio instinto do demoníaco em nossa natureza…”

Mulheres!, de David Coimbra: “Uma noite, Roberta chegou à conclusão: havia se transformado numa tarada. Só pensava na ideia que tivera ao ver os treinos de boxe da academia. Só naquilo, naquilo, maldição! No começo, rechaçou o pensamento. Tratava-se de uma fantasia, nada mais. Mas, com o tempo, a fantasia foi se solidificando, tornando-se real. Agora, ela precisava fazer.”

Só as mulheres e as baratas sobreviverão, de Claudia Tajes: “Meu nome é Dulce. Doce, em espanhol. Mas os argentinos, os uruguaios, os chilenos e todas as, digamos, línguas espanholas com quem já cruzei na vida não entendem como uma mulher pode se chamar Dulce. Então eu tenho que explicar, es como dulce de leche, e aí eles se derretem, pedem para provar, elogiam a minha doçura, essas coisas de Julio Iglesias que os latinos dizem como ninguém.”

A florista de Eduardo Galeano

quarta-feira, 6 março 2013

Março
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A florista

Georgia O’Keeffe viveu pintando durante quase um século, e pintando morreu.

Seus quadros ergueram um jardim de solidão do deserto.

As flores de Georgia, clitóris, vulvas, vaginas, mamilos, umbigos, eram os cálices de uma missa de ação de graças pela alegria de ter nascido mulher.

(Eduardo Galeano no livro Os filhos dos dias)

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Francesco e Michelangelo, por Galeano

segunda-feira, 18 fevereiro 2013