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Os espíritos de Conan Doyle

terça-feira, 7 julho 2015

Já contamos aqui que Sir. Arthur Conan Doyle acreditava em fadas. Não é de se espantar, portanto, que ele também achasse que os espíritos poderiam ser fotografados. Conan Doyle foi um dos mais fervorosos defensores da veracidade das fotografias apresentadas por William Hope, em que os mais variados tipos de fantasmas posavam ao lado dos vivos. Hope, que era carpinteiro, ganhou destaque nos círculos paranormais depois de afirmar, em 1905, que era capaz de capturar espíritos, através de sua lente. O esperto fotógrafo fazia uma coisa que hoje não é nenhum mistério: tirava uma foto em cima da outra no mesmo pedaço de filme e criava efeitos fantasmagóricos de pessoas meio apagadas, flutuando sobre as que estão no fundo. Os resultados foram considerados tão impressionantes que, em 1922, mesmo quando alguns céticos conseguiram provar que tudo não passava de uma farsa, Conan Doyle e outros crentes continuaram defendendo que as fotos eram autênticas. O criador de Sherlock Holmes seguiu com esta certeza até o dia de sua morte, em 7 de julho de 1930. Mesmo assim, até hoje, Conan Doyle ainda não apareceu em nenhuma foto post mortem que tenhamos notícia. Chamem William Hope!

Grupo que fazia parte da “Sociedade de Pesquisas Psíquicas”, incluindo Sir Arthur Conan Doyle e sua esposa (no centro à esquerda). Notem a bruma fantasmagórica que envolve o pessoal

Sir Arthur Conan Doyle fotografado junto a um espírito. Ele seguiu acreditando, mesmo depois de provada a farsa

Sir Arthur Conan Doyle fotografado junto a um espírito. Ele seguiu acreditando, mesmo depois de provada a farsa

Vai dizer que essa foto de William Hope não daria medo numa noite escura?

Mais uma das fotos de William Hope que impressionou Conan Doyle

A L&PM publica muitas aventuras do detetive mais famoso da literatura, criado por Sir Arthur Conan Doyle: Sherlock Holmes.

A história de uma guerra que permanece viva

sexta-feira, 21 maio 2010

“Decorridos 140 anos, a Guerra da Secessão continua a marcar os corações e os espíritos”. A conclusão está em Guerra da Secessão, de Farid Ameur, que a Coleção L&PM POCKET ENCYCLOPAEDIA acaba de lançar. Primeira guerra moderna da história, a Guerra da Secessão, ou Civil War (Guerra Civil) como também é conhecida, durou quatro anos, de 1861 a 1865, mas foi suficiente para marcar profundamente a trajetória do mais poderoso país do mundo moderno. A luta sangrenta entre o Sul escravagista e o Norte industrializado dos Estados Unidos contabilizou a marca de 620 mil soldados americanos mortos, num conflito feroz e desgastante que começou quando o republicano Abraham Lincoln foi eleito – em 1860- e que culminou com seu assassinato em 1865. Nunca um confronto ganhara tão ampla cobertura fotográfica, o que ajudou a mobilizar a opinião pública e – mais do que a Guerra da Independência – foi responsável por conscientizar o povo americano de que um país unido era o primeiro passo para tornar-se uma potência.


O Arquivo Nacional Norte-americano disponibiliza um completo e impressionante acervo de fotos da Guerra da Secessão como esta que mostra o presidente Lincoln visitando o campo de batalha de Antietam. Para ver mais fotos, clique aqui.