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O grande Fitzgerald

sexta-feira, 21 dezembro 2012

Hoje, 21 de dezembro, marca a morte daquele que é considerado um dos maiores romancistas norteamericanos: F. Scott Fitzgerald. 

Seu primeiro manuscrito foi rejeitado pelo editor e, depois disso, Fitzgerald abandonou a universidade de Princeton e alistou-se no exército. Mas não desistiu de escrever e, em 1919, conseguiu publicar “Este lado do paraíso”, seu primeiro romance.

Em 1921, Fitzgerald casou-se com Zelda Sayre e tiveram sua primeira filha, Frances. Foi nessa época que seu romance tornou-se um bestseller e ele ficou famoso. Vale dizer que o casamento com Zelda foi bastante conturbado, pois ambos bebiam muito e levavam uma vida de  excessos, inclusive financeiros. Zelda, no entanto, era uma ótima fonte de inspiração para os livros do marido e Daisy Buchanan, personagem de “O Grande Gatsby” (publicado em 1925), tinha muito dela. A citação de Daisy de que ela esperava que sua filha fosse uma “tola linda” foi exatamente o que Zelda disse depois do nascimento de sua filha.

Quando Zelda passou a sofrer de esquizofrenia e foi internada, Fitzgerald foi para Hollywood viver com sua amante, a atriz Sheilah Graham. No final de 1940, ele sofreu um sério ataque cardíaco e seu médico aconselhou-o a evitar esforços. Mesmo assim, em 21 de dezembro daquele ano, ele sofreu um novo ataque no apartamento de Sheilah e, antes que o socorro conseguisse chegar, ele já estava morto.

O funeral foi pequeno e discreto, acompanhado apenas de 30 pessoas. Seu amigo Edmund Wilson terminou e publicou o romance no qual Fitzgerald estava trabalhando na época. “O último magnata” foi lançado em 1941 e está na Coleção L&PM Pocket, assim, como “O Grande Gatsby” e mais “Os belos e malditos”, “Crack-up” e “O diamante do tamanho do Ritz e outras histórias“.

Cancãn natalino: Fitzgerald, Zelda e a filha

Fitzgerald e Sheilah no México

O texto de Gore Vidal na Revista Oitenta

quinta-feira, 2 agosto 2012

Nos anos 80, a L&PM editava uma revista chamada… Oitenta. O volume 7, publicado na primavera de 1982, trazia um texto de Gore Vidal chamado “O último crítico literário legível”, onde o escritor discorria sobre recordações de Edmund Wilson, autor de “Rumo à estação Finlândia” e considerado “o último representante de uma geração educada no ócio.” Clique sobre a imagem para ler o artigo.

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