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Direto da Bienal do Rio

sexta-feira, 30 agosto 2013

Fernanda Scherer*

Bienal é algo que acontece de dois em dois anos, mas pra gente Bienal é todo ano: anos pares em São Paulo e anos ímpares no Rio de Janeiro – sem contar as Bienais pelo Brasil em que estamos presentes com o apoio de parceiros locais em Fortaleza, Pernambuco, Minas…

Ontem foi a abertura oficial da Bienal do Livro do Rio de Janeiro. Às 12h, quando abriu para o público, todos nós estávamos a postos e aguardando com ansiedade os primeiros leitores que chegariam até o Pavilhão Verde do RioCentro, até o nosso estande! Será que eles gostariam dos lançamentos que arrumamos com cuidado em cima da mesa ou iriam direto para o seu autor preferido em uma das paredes com Agatha Christie, Bukowski, Shakespeare e tantos outros grandes escritores. Será que a partir de um título descoberto ali, naquele espaço, surgirá um novo amor, um novo leitor?

Para tudo estar ali, arrumadinho, ordenado por tema e por autor, o nosso trabalho começou ainda em 2012, quando reservamos um espaço na feira. De lá pra cá, além de todo o trabalho editorial para a preparação dos livros, o departamento de marketing e vendas trabalhou muito. Começando pela arquitetura do estande, buscando o melhor jeito de expor os milhares de livros da Editora de forma que o leitor se sinta “em casa”. A separação dos livros no depósito – mais de 300 caixas e 23 mil livros, um caminhão inteiro! Documentação, programação visual, treinamento dos vendedores que vão atender ao público, uniformes, convites, crachás, brindes, marcadores, expositores, fotos… Ufa. São muitos detalhes.

A gente faz tudo isso com muito carinho, tudo isso pra vocês.

*Fernanda Scherer é Supervisora de Marketing da L&PM Editores e está na Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro.

Parte da equipe no estande da L&PM Editores na Bienal do Livro do Rio

Fernanda Scherer (de camisa azul clara) e parte da equipe

O estande no início da arrumação

O estande no início da arrumação

E já aberto no primeiro dia de Bienal

E já aberto no primeiro dia de Bienal

Direto de Londres…

sexta-feira, 27 julho 2012

E por falar em Olimpíadas, nossa gerente de marketing, Fernanda Scherer, acaba de mandar notícias fresquinhas de Londres, onde passa suas férias, para dividirmos com os leitores do blog L&PM:

The Olympics are coming

Desde que cheguei em Londres, no início de julho, vi por todos os lados cartazes com a mensagem “The Olympics are coming”. A cidade estava preparando seus moradores para esse grande evento, principalmente em função do grande número de visitantes esperado (1 milhão de pessoas a mais na cidade por dia!). As mensagens traziam o clima dos jogos e, mais do que isso, dicas para “enfrentar” o tumulto nas ruas e no transporte público neste período. 

Um dos cartazes londrinos

Na minha segunda semana aqui todos os jornais e telejornais só falavam em Olimpíadas: a preparação da cidade, os pontos turísticos, a segurança, os atletas e se William e Kate participariam da cerimônia de abertura (e, sim, eles vão). Mas até então parecia que os jogos iam acontecer em lugar distante, que só assistiríamos na TV.

Já na terceira semana as coisas começaram a ficar mais reais. De um dia para o outro bandeiras começaram a surgir pelas ruas, vias olímpicas demarcadas nas avenidas, pessoas com crachás “London 2012″ por todos os lados. Nessa semana todo mundo já estava combinando onde assistir à cerimônia de abertura dos jogos (muitos pubs estarão abertos, além de festas no Hyde Park e outros parques da cidade). Pra quem quer fazer sua própria festa, o site oficial oferece ideias e download de artes para uma festa temática (demais isso, precisamos copiar isso nas Olimpíadas no Brasil #ficaadica). 

E foi ontem, na véspera da abertura dos jogos, que a ficha realmente caiu: eu finalmente vi a tocha olímpica passando nas ruas. E junto com ela eu vi dezenas de voluntários, eu vi pessoas batendo palmas e fazendo barulho enquanto o corredor levava a tocha pela Oxford Street. Eu vi a imensa estrutura por trás disso tudo , vi o bandeiras da Inglaterra pelas janelas eu vi policiais orgulhosos por fazerem parte desse momento. E vi que eu também estava muito feliz por poder participar dessa festa.

A tocha olímpica passando (está nas mãos do corredor de branco)

Hoje o dia é quase feriado na cidade, todos já foram pra casa ou para um pub para assistir ao mega show de abertura. Parece bobagem, mas o clima de olimpíadas vai crescendo dentro da gente, vai crescendo pelas ruas, nos moradores e nas pessoas do mundo todo que estão aqui. Amanhã é meu último dia em Londres e estou ansiosa para finalmente visitar o Parque Olímpico e assistir o jogo de basquete feminino entre Turquia e Angola, pouco antes de embarcar de volta para o Brasil. Afinal, “the Olympics are coming!” (Fernanda Scherer)

Fernanda no Parque Olímpico de Londres

Fernanda no Parque Olímpico de Londres

Arte, Cultura, Museu e Pasté de Angú

segunda-feira, 25 abril 2011

Por Fernanda Scherer*

Imagine um lugar bem mineiro, com nome de personagem, fogão à lenha e panela de barro e que oferece aos visitantes iguarias feitas de milho. Agora imagine um museu de objetos antigos: móveis, telefones, instrumentos musicais, moedas, recortes de jornais, eletrodomésticos, discos de vinil e até uma lambreta.

Junte tudo isso e temos o “Jeca Tatu – Museu e lanchonete”, uma famosa banca na BR-356, no município de Itabirito– MG (entre Belo Horizonte e Ouro Preto).

Além da decoração caprichada, que inclui poemas do proprietário nas paredes, quem passa pelo local se encanta com a Biblioteca Jeca Tatu: um ônibus escolar fora de funcionamento, mas sempre aberto para a comunidade e turistas de passagem pela região.

Os títulos disponíveis variam de clássicos da literatura até livros didáticos e revistas antigas.

E se você passou de carro na estrada e não viu, não se preocupe, logo em seguida uma placa indicará “Jeca Tatu ficou para trás. Passe na volta” .

 * Fernanda Scherer é supervisora de marketing da L&PM e passou a Páscoa em Minas Gerais em meio a doce de leite e pão de queijo. Mas ela diz que, de tudo o que viu e provou, o melhor foi mesmo o “Magic Bus” Jeca Tatu.