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Mauricio de Sousa é o homenageado da Bienal do Livro do Rio 2015

quinta-feira, 2 julho 2015

Mauricio do Sousa, que em outubro deste ano completa 80 anos, vai ganhar duplo tributo durante a Bienal do Livro Rio. O criador da Turma da Mônica será o autor homenageado do evento e ainda receberá o Prêmio José Olympio, do Sindicato Nacional do Editores de Livros (SNEL) como Personalidade Editorial do Ano.

Como tradicionalmente faz, Mauricio de Sousa e seus personagens visitarão a Bienal na sua abertura e durante os finais de semana.

A Bienal do Livro Rio acontece entre 3 e 13 de setembro no Riocentro.

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 A L&PM publica tirinhas da Turma da Mônica na Coleção Pocket.

 

 

Último fim de semana da Bienal do Rio com promoção!

sexta-feira, 6 setembro 2013

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L&PM na Bienal do Livro do Rio

quinta-feira, 5 setembro 2013

Ainda dá tempo de aproveitar esse paraíso da boa literatura: a Bienal do Livro do Rio vai até domingo, dia 8 de setembro. Confira a programação, agende-se e não se esqueça de passar no estande da L&PM. Estamos no Pavilhão Verde, entre as ruas O06 e P07 ;)

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A gangue das assinaturas de revistas ataca na Bienal

quinta-feira, 8 setembro 2011

A Paula, editora deste blog, comentou num post anterior a respeito do inconveniente assédio que pessoas – em nome principalmente da editora Globo – fazem nos corredores da Bienal Internacional do Rio de Janeiro oferecendo assinaturas “de graça”.  Algum gênio do mal vendeu esta ideia às grandes editoras de revistas. Use o eufemismo de “revistas de graça” (óbvio que são revistas antigas, ou seja, encalhes), dê o numero do seu cartão de crédito e você receberá as novas. Só que você recebe revistas que não quer receber e, um ano depois de mamarem no seu cartão de crédito, você perde 5 dias no telefone para tantar impedir a renovação “automática” das assinaturas. Isto tem nome, é só procurar no código penal…

Muito cuidado com o que oferecem para você: por trás de um brinde, pode existir uma "facada" no bolso

É incompreensível que a a Bienal Internacional do Rio de Janeiro, os aeroportos (leia-se Infraero) permitam este quase assalto ao bolso do consumidor incauto. Porque quem cai nesta é quem realmente acha que está “ganhando” revistas. As pessoas de boa fé. Um jovem familiar meu caiu nesta. Coitado! Recebia revistas que jamais abriu, tomaram quase quinhentos reais do pobre rapaz e, depois, para cancelar tudo isto, foi uma verdadeira gincana.

Como diria o Boris Casoy: Ei Bienal! Ei  Infraero! Isto é UMA VERGONHA!” (Ivan Pinheiro Machado)

Umas “porradinhas” na Bienal

quinta-feira, 8 setembro 2011

Por Paula Taitelbaum*

O cenário: Bienal do Livro do Rio de Janeiro, terça-feira, 6 de setembro de 2011, dezenove horas e poucos minutos, espaço “Café Literário”. Os personagens: poetas da “velha” e da “nova” geração, reunidos numa roda de leitura. Representando a primeira ala, os convidados eram Claufe Rodrigues e Nicolas Behr. Na segunda, estavam os jovens Mariano Marovatto, Alice Sant´Anna e Laura Erber, todos cariocas. Lá pelas tantas, entre uma leitura e outra, Nicolas (pronuncia-se Nicóla) falou com seu sotaque de Brasil central: “Só levando algumas porradinhas na vida é que a gente cresce. Elogio é bom, mas não faz crescer. Eu já levei várias porradinhas, a maior delas foi quando era muito jovem e fiz um plágio, uma releitura, de um poema do Drummond. Um dia, encontrei o grande poeta e recitei pra ele. Drummond olhou bem sério e disse: ‘Você me faça um favor, cuide da sua poesia e deixe a minha poesia em paz’”.

Pois porradinha é isso: dói na hora, mas é necessária. Daí que, hoje, de volta a Porto Alegre, me pego pensando que a Bienal bem que merecia umas leves porradinhas pra ver se, quem sabe, se dá conta de algumas coisas que podem melhorar. Não que eu seja adepta da violência, mas é aquela coisa, talvez um tapinha na orelha possa ser útil de vez em quando (e se for pra deixar o maior encontro literário do Brasil ainda melhor, acredito que valha a pena).

Minha primeira porradinha na Bienal é em relação à iluminação do Café Literário e ao som do espaço do Encontro com Autores. Não consigo entender como é que o pessoal da organização não percebeu o quanto é difícil ler qualquer coisa com a falta de iluminação que existe sobre o palco do Café Literário. Sábado, no sarau supracitado, os pobres poetas praticamente tiveram que gastar toda a sua vista na tentativa de conseguir ler seus poemas… Claufe Rodrigues comentou que só porque sabia seus poemas de cor é que conseguiu declamá-los. Já no auditório em que acontece o Encontro com Autores, o som é péssimo e os escritores estavam se queixando de que não havia retorno e que, por isso, eles não conseguiam se ouvir. Tentei gravar o papo de ontem com Eduardo Bueno para colocar nos nossos podcasts, mas por causa do som, ficarei devendo essa… 

Outra porradinha é em relação a um bando de gente que fica oferecendo “revistas cortesia”. Na verdade, é aquela velha armadilha em que você apresenta seu cartão de crédito pra ganhar uma revista de brinde e acaba sendo “convencido” a fazer uma assinatura que nem queria. São pessoas que, literalmente, atacam você nos corredores. Meio chato, melhor se eles não estivessem lá, não combinam com os belos estandes das livrarias.

A terceira diz respeito aos preços dos comes e bebes. Um motorista da própria Bienal, com o qual conversei, contou que por dois cafés e um sanduíche pagou 18 reais. Outra pessoa disse que por um cachorro quente e uma bebida tinha desembolsado mais de 20. Mais caro do que Londres… Melhor ir ao evento bem alimentado e levar uma garrafinha d´água de casa.

É isso. Nada demais, tudo simples de se resolver. E que, na minha singela opinião, vai deixar o prazer de se escalar uma montanha de livros ainda mais agradável. Ontem, feriado de sete de setembro, houve recorde de público e de vendas. Sinal de que as pessoas estão curtindo. Se você ainda não foi e anda pela cidade maravilhosa, tem até domingo para ir ao Riocentro (sim, eu sei, é longe, mas você vai encontrar publicações que não encontraria em outro lugar…).

E não esqueça de que sábado, dia 10, às 17h, Martha Medeiros vai estar conversando com Cissa Guimarães no  “Mulher e Ponto“. Preciso confessar que não sei como é o som e a iluminação deste espaço, mas torço para que não precise de nenhuma porradinha…

O estande da L&PM na Bienal do Livro do Rio: esse não merece nenhuma "porradinha"

*Paula Taitelbaum é escritora, autora de “Porno Pop Pocket” e “Menáge à Trois” e coordena o Núcleo de Comunicação da L&PM. 

44. Bienal do Rio: do Copacabana Palace ao Riocentro

terça-feira, 6 setembro 2011

Por Ivan Pinheiro Machado*

A XV Bienal do Livro do Rio de Janeiro é o maior evento do livro no Brasil. Já há alguns anos ela é realizada nos amplos pavilhões do Riocentro na Barra da Tijuca e tornou-se, não só pela magia da cidade, como pelo magnífico espaço, uma grande celebração do livro brasileiro.  A L&PM Editores está lá com o seu estande no Pavilhão Verde, rua N, número 20.

O Copacabana Palace foi a sede da primeira Bienal do Rio em 1983

A história da nossa participação começa exatamente com a história da Bienal. A primeira edição foi realizada – pasmem – no hotel Copacabana Palace em 1983. Éramos um grupo restrito de editores, acomodados nos espaços do lobby e dos salões do velho e legendário Copa. Não havia nenhuma sofisticação nos estandes. Apenas expunhamos os livros para a visitação de um público pequeno e seleto. A sofisticação em si era do hotel mais badalado da cidade mais badalada do Brasil.

A Bienal de São Paulo havia iniciado o “ciclo das Bienais” – ano par em São Paulo, ano ímpar no Rio – e já era um grande acontecimento. Se no Rio era uma exposição recatada e sofisticada num hotel de luxo, a primeira bienal de São Paulo, um ano antes, havia sido um evento impressionante. Filas imensas serpenteavam em frente ao grande e também lendário pavilhão da Bienal de Artes Plásticas do Ibirapuera, um espaço bem mais adequado e que só foi abandonado quando a bienal cresceu demais. Lamentavelmente, na minha opinião, depois que deixou o Parque do Ibirapuera, ela nunca mais foi a mesma. Hoje é feita nos pavilhões da Fenit.

Estande da L&PM na Bienal de São Paulo de 1988

Mas voltando o Rio. Quando se vai para os pavilhões do Riocentro, quem segue pela praia tem uma clara visão da beleza empolgante da cidade. Passa-se por Ipanema, Leblon e entra-se na avenida Niemeyer rumo à São Conrado e de lá para a Barra. O cenário é o mar imenso, as baías, as praias de areia alvíssima, enfim, uma visão que é um bálsamo até visto dos engarrafamentos que são normais nestes trechos. Você anda bastante até chegar na Barra. Mas vale a pena. Impregnado da paisagem, você circulará por imensos pavilhões perfeitamente arejados e verá uma mostra de tudo o que se faz em termos de indústria editorial no Brasil.

Estande da L&PM na Bienal do Rio 2011

Este ano a inauguração de Bienal foi prestigiada pela presença, na quinta feira dia 1º, da Presidenta Dilma Rousseff. Isto dá uma amostra da importância deste grande evento. No final de semana, sábado dia 3 e domingo dia 4, o movimento de público foi impresionante. O estande da L&PM esteve lotado o tempo todo. Pessoas voltavam, pois não conseguiam entrar de tão abarrotado. No nosso estande estão expostos todos os livros em catálogo da L&PM. Em mais de 100 metros quadrados, o visitante tem uma idéia perfeita da produção da editora e especialmente dos quase 1.000 títulos já lançados pela coleção de bolso. Neste primeiro fim de semana, vendeu-se milhares de livros e lideraram as vendas o bestesller nacional Feliz por nada de Martha Medeiros e a versão em pocket de As Veias Abertas da América Latina do escritor uruguaio Eduardo Galeano, um velho conhecido dos cariocas. A XV Bienal Internacional do Rio de Janeiro vai até domingo próximo dia 11.

*Toda terça-feira, o editor Ivan Pinheiro Machado resgata histórias que aconteceram em mais de três décadas de L&PM. Este é o quadragésimo quarto post da Série “Era uma vez… uma editora“.