A gangue das assinaturas de revistas ataca na Bienal

A Paula, editora deste blog, comentou num post anterior a respeito do inconveniente assédio que pessoas – em nome principalmente da editora Globo – fazem nos corredores da Bienal Internacional do Rio de Janeiro oferecendo assinaturas “de graça”.  Algum gênio do mal vendeu esta ideia às grandes editoras de revistas. Use o eufemismo de “revistas de graça” (óbvio que são revistas antigas, ou seja, encalhes), dê o numero do seu cartão de crédito e você receberá as novas. Só que você recebe revistas que não quer receber e, um ano depois de mamarem no seu cartão de crédito, você perde 5 dias no telefone para tantar impedir a renovação “automática” das assinaturas. Isto tem nome, é só procurar no código penal…

Muito cuidado com o que oferecem para você: por trás de um brinde, pode existir uma "facada" no bolso

É incompreensível que a a Bienal Internacional do Rio de Janeiro, os aeroportos (leia-se Infraero) permitam este quase assalto ao bolso do consumidor incauto. Porque quem cai nesta é quem realmente acha que está “ganhando” revistas. As pessoas de boa fé. Um jovem familiar meu caiu nesta. Coitado! Recebia revistas que jamais abriu, tomaram quase quinhentos reais do pobre rapaz e, depois, para cancelar tudo isto, foi uma verdadeira gincana.

Como diria o Boris Casoy: Ei Bienal! Ei  Infraero! Isto é UMA VERGONHA!” (Ivan Pinheiro Machado)

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  1. Rody Cáceres disse:

    Se é comigo, mando meia dúzia se catá! Isso deve ter estragado a feira de muita gente…

  2. Danielle disse:

    Não é só na Bienal do Rio ou em Aeroportos que isso acontece. Ano passado, na Bienal de São Paulo eu fui cercada e quase agredida por três vendedores de revista da Isto É. Eu vou a Bienal em busca das novidades em livros. Não quero saber de revistas (eu já assino algumas e recebo cortesia de outras pelo trabalho), será que não tem como proibir esse pessoal durante um evento de livros???

  3. eduardo bueno disse:

    Sim, sim, concordo com tudo e todos. Mas é preciso dar mais nomes a mais bois na lista: Editora Globo (já citada), Editora Três (que publica Isóé, portanto já citada também) e Editora Abril (que publica uma tal Veja). É de fato inacreditável que seus vendedores circulem livremente pelas Bienais e pelos aeroportos também. Só que do jeito que vão os aluguéis cobrados pela Infraero, daqui a uns tempos, só vão estar eles lá…Minha filha caiu no conto (se bem lembro foi com a Istoé) e também demorou mais de ano até se livrar. . kill, kill, kill

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