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Direto de Paris: os livros de bolso se impõem nas listas de best-sellers

quarta-feira, 19 julho 2017

Durante a Feira do Livro de Paris,  no início de 2017, os quatro livros mais vendidos na França eram todos livros de bolso. Este está longe de ser um caso isolado. Em 2016, os pockets ocuparam quatro das seis melhores posições de todo o ano e venderam, cada um, entre 380 mil e 650 mil cada um.

Nascidas na França nos anos 1930, as edições compactas se popularizaram para valer nos anos 1950, com a invenção da coleção Le Livre de Poche. O formato oferece uma segunda vida às obras, tornando-as acessíveis a todos os bolsos, com preços que representam metade ou até um terço do formato convencional. Hoje o formato de bolso representa uma venda de livro em cada três, com mais de 100 milhões de exemplares comercializados por ano. “É uma particularidade do mercado editorial francês”, diz Anne Assous, diretora da Folio, um dos principais players do setor, junto com a Pocket e Le Livre de Poche.  Esse formato reduzido realiza também um tour de force ao transformar em fenômeno comercial obras que passaram mais ou menos despercebidas quando de seu lançamento inicial.

O sucesso literário do momento, L’Amieprodigieuse, de Elena Ferrante, também deve muito ao formato de bolso. O primeiro volume só havia vendido 10 mil exemplares na Gallimard. Sua passagem para o pequeno formato na coleção Folio se traduziu em 420 mil exemplares vendidos. “A partir daí, a coisa engrenou. Os três volumes chegam hoje a 1,3 milhão de exemplares vendidos, incluídos aí todos os formatos”, salienta Anne Assous.

Como explicar que um texto idêntico tenha desempenhos comerciais tão diferentes? Há, é claro, a questão do preço. O bolso também está presente em um número elevado de pontos de venda, como o varejo especializado ou alimentar, as estações de trem ou os postos de gasolina. Isso o torna acessível aos leitores que se sentem intimidados pelas livrarias. Mesmo que o boca a boca seja pequeno, as vendas se encadeiam. Alguns gêneros, que visam o grande público, parecem ter desempenho ainda melhor no formato pequeno.  Mas não é a única explicação. “Há hoje um verdadeiro trabalho de marketing que havíamos deixado um pouco de lado”, afirma Vincent Monadé, presidente do Centre Nationaldu Livre. “O bolso não é mais a versão mini de uma obra. É um lançamento por si só, com um verdadeiro trabalho editorial.”

COMPRA POR IMPULSO

Esqueça o papel de baixa gramatura e a tinta que suja os dedos. O livro de bolso subiu a escala da gramatura e se distingue por capas muito trabalhadas. “Tentamos favorecer a compra de impulso”, indica Marie-Christine Conchon, presidente da UniversPoche (Editora Pocket). Os resumos também podem ser modificados, em relação aos resumos do formato convencional, para seduzir um público mais amplo. Os editores de livro de bolso não hesitam a fazer grandes campanhas para promover seus lançamentos.

As capas são alteradas a cada cinco anos, em média. Pois, se livros de formato convencional não ficam mais que alguns meses na linha de frente, o livro de bolso será comercializado durante anos.  “É a versão que vai ficar no catálogo dos editores. Os autores tomaram consciência disso e reconhecem a importância dessas edições”, sublinha VeroniqueCardi. Prefácios inéditos e bônus se multiplicam para fazer desses lançamentos verdadeiros acontecimentos. À mídia se solicita que fale novamente sobre essas obras. Os editores de livros de bolso gozam, aliás, de um fundo editorial sólido que lhes permite não depender unicamente das novidades. Certos clássicos podem repentinamente  voltar a ser populares, como 1984,da coleção Folio, que vendeu 90 mil exemplares desde a eleição de Donald Trump.

Via Jornal Le Figaro

pockets_L&PM

Jane Austen tem valor

terça-feira, 18 julho 2017

A escritora Jane Austen morreu em 18 de julho de 1817. Hoje, exatos 200 anos depois, uma nova nota de 10 libras esterlinas, com seu rosto, está sendo lançada na Inglaterra para celebrar o bicentenário de morte da autora.

Jane Austen nota dinheiro

A nova nota que homenageia Jane Austen

Segundo o jornal Estadão, o lançamento oficial da cédula ocorre em setembro e a nota vai substituir a atual, com o rosto de Charles Darwin, em circulação desde 2000. Uma edição limitada da moeda de 2 libras também vai circular na região de Hampshire, no sul da Inglaterra.

Para marcar os 200 anos da morte de Jane Austen, centenas de atividades serão promovidas por seus admiradores espalhados pelo mundo.

Clique aqui e conheça os livros da autora publicados pela L&PM.

Vai em paz, Liu Xiaobo

quinta-feira, 13 julho 2017

Morreu nesta quinta-feira, 13 de julho, Liu Xiaobo, Prêmio Nobel da Paz de 2010, autor de Não tenho inimigos, desconheço o ódio, publicado pela L&PM Editores.

Liu Xiaobo, professor, intelectual e dissidente chinês, cumpria uma pena de 11 anos de prisão por “subversão” desde 2009, depois de ter sido um dos autores de um texto que defendia a democracia na China. Ele tinha sido liberado pelas autoridades chinesas para ser tratado em um hospital.

Xiaobo se torna o primeiro Nobel da Paz a morrer privado da liberdade desde o pacifista alemão Carl von Ossietzky, que faleceu em 1938 em um hospital quando estava detido pelos nazistas.

Mais cedo, nesta quinta, o o porta-voz da diplomacia chinesa Geng Shuang negou novamente os apelos internacionais para que o opositor recebesse tratamento no exterior. Na terça-feira, o Hospital Universitário Nº1 de Shenyang (nordeste da China) informou que Liu se encontrava “em estado crítico”. De acordo com o hospital, o paciente sofreu um choque séptico, uma infecção abdominal e foi submetido à diálise.

Ativistas chineses dos direitos humanos, no entanto, questionam os boletins médicos divulgados pelas autoridades e temem uma possível manipulação das informações.

“Como as autoridades controlam todas as informações relativas ao estado de saúde de Liu Xiaobo é difícil verificar a veracidade dos comunicados publicados pelo hospital na internet”, disse à AFP Patrick Poon, diretor chinês da Anistia Internacional.

nao_tenho_inimigos

O livro publicado pela L&PM Editores é uma coletânea de textos – pela primeira vez disponíveis em português – que revela não apenas um célebre dissidente, mas o mais intelectualmente vigoroso dos dissidentes chineses. Seus ensaios sobre política chinesa contemporânea, cultura, sociedade e movimento democrático, bem como seus poemas (escritos no cárcere), são mais que um atestado de coragem; são também reflexões cristalinas e exercícios de virtuosismo linguístico. Homem à frente de seu tempo, Liu Xiaobo representa aqui o melhor do pensamento chinês, finalmente acessível aos leitores de todo o mundo.

Um selo para comemorar os 200 anos do nascimento de Thoreau

quarta-feira, 12 julho 2017

Henry David Thoreau nasceu em 12 de julho de 1817. Hoje, exatamente 200 anos depois, o mundo comemora seu nascimento e suas ideias. Autor, entre outros, de WaldenA desobediência civil, ambos publicados pela L&PM Editores.

Para comemorar esse bicentenário, os EUA lançaram um selo comemorativo de Thoreau. Nada mais civil, aliás, do que um selo postal (pelo menos não é uma nota de dinheiro, vá lá…)

Inauguração do selo

Inauguração do selo

Deu no New York Times

terça-feira, 4 julho 2017

Antes de depois” é um livro importante escrito pelo pintor Paul Gauguin no fim da sua vida. A L&PM Editores publicou-o pela primeira vez no Brasil em 1997, quando lançava o projeto revolucionário da coleção L&PM POCKET que hoje conta com mais de 1.200 títulos. O livro é um depoimento impressionante deste que foi um dos pilares fundadores da arte moderna.

Entre outras revelações e informações importantes para a compreensão do surgimento da arte moderna, em “Antes e depois” está narrado o célebre episódio do corte da orelha de Van Gogh em 15 de dezembro de 1888. Paul Gauguin vivia na mesma casa que Van Gogh em Arles no sul da França, a famosa “Casa Amarela” e foi testemunha da crise que culminou com a automutilação de Van Gogh. Ele narrou o incidente  no seu livro, sendo a fonte primária que revelou ao mundo os detalhes deste episódio que até hoje desperta controvérsias e alimenta versões.

antes_e_depois_capa

Gauguin morreu em 1903, na mais completa miséria, doente, dilacerado pela solidão e a incompreensão de seus contemporâneos. “Antes e depois” foi concluído meses antes da sua morte.

Pois até ontem, 3 de julho de 2017, o quadro de 1892, “Nafea Faa Ipoiop” (Você não vai casar?) de Paul Gauguin, num destes paradoxos monumentais, comuns na história da arte, era tido como a obra que atingira o valor mais alto de todos os tempos. Segundo as notícias da época, um sheik do Catar pagou em 2014 nada mais nada menos do que 300 milhões de dólares pelo quadro. Hoje o New York Times informa em sua edição digital que,  graças à uma disputa judicial em um tribunal de Londres, onde se discutia o valor da comissão devida ao marchand que intermediou o negócio soube-se que, na verdade, o quadro foi vendido por “apenas” 210 milhões de dólares… Portanto os dois quadros mais caros da história seguem sendo “Interchanged”, do pintor norte-americano Willem de Kooning  (300 milhões de dólares em 2016) e “Jogadores de carta” de Paul Cèzanne (250 milhões em 2011).

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Você não vai casar, de Paul Gauguin

China liberta Nobel da Paz Liu Xiaobo, vítima de câncer terminal

segunda-feira, 26 junho 2017

Via Folha de S. Paulo

Autoridades chinesas libertaram o vencedor do Prêmio Nobel da Paz Liu Xiaobo, 61, vítima de câncer de fígado em fase terminal.

Liu Xiaobo, professor, intelectual e dissidente chinês, cumpria uma pena de 11 anos de prisão por “subversão” desde 2009, depois de ter sido um dos autores de um texto que defendia a democracia na China.

“[Xiaobo] está sendo tratado em um hospital de Shenyang [nordeste da China]. Não tem nenhum plano especial. Ele está apenas recebendo tratamento por sua doença”, disse nesta segunda-feira (26) o advogado Mo Shaoping.

De acordo com Shaoping, a doença foi diagnosticada em 23 de maio e Xiaobo foi libertado sob condicional poucos dias depois. Ele ainda tinha três anos de condenação para cumprir.

O dissidente venceu o Nobel da Paz em 2010 por seu ativismo em defesa dos direitos humanos na China, quando já estava detido. Por sua ausência, o prêmio foi entregue de forma simbólica em 10 de dezembro do mesmo ano em Oslo. O ativista foi representado por uma cadeira vazia durante a cerimônia.

A atribuição do Prêmio Nobel provocou indignação na China, que congelou as relações de alto nível com a Noruega, o que afetou as exportações de salmão norueguês a China. Os dois países normalizaram as relações em dezembro de 2016. Pequim classificou Liu Xiaobo de “criminoso”.

Quando indagado sobre Liu, o Ministério das Relações Exteriores chinês, o único órgão do governo que responde perguntas da mídia estrangeira com frequência, disse não estar a par da situação.

A L&PM publica o livro de Xiaobo, Não tenho inimigos, desconheço o ódio, em versão impressa e e-book.

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Madonna está lendo Sapiens

segunda-feira, 26 junho 2017

No início de junho, Madonna compartilhou uma foto no seu Instagram Stories com uma pilha de livros que está lendo. Entre eles, está Sapiens, que no Brasil é publicado pela L&PM.

O livro de Yuval Noah Harari é um best-seller mundial e está há 33 semanas na lista de mais vendidos da Revista Veja.

Madona Instagram

Em Sapiens – Uma breve história da humanidade, Harari repassa a história da humanidade, relacionando com questões do presente. E consegue isso de maneira surpreendente. Doutor em história pela Universidade de Oxford e professor do departamento de História da Universidade Hebraica de Jerusalém, seu livro impressiona pela quantidade de informação, oferecida em linguagem acessível, atraente e espirituosa.

 

Papai Bukowski

terça-feira, 20 junho 2017

Charles Bukowski teve uma única filha (que a gente saiba, pelo menos), Marina Louise. No livro Sobre o amor, que reúne poemas amorosos, está presente também o amor paterno. Para provar que dentro do peito do velho safado também batia um coração.

sobre_o_amor

Para os 18 meses de Marina Louise

sol sol
é minha pequena
menina
sol
no tapete -
sol sol
saindo pela
porta
colhendo uma
flor
esperando que eu
me levante
para brincar.

um velho
emerge
de sua
cadeira,
castigado de batalha,
e ela olha
e só

amor, no que eu
me transformo
por meio de sua
majestade
de seu infinito
e mágico
sol.

Na L&PM WebTV há um vídeo legendado com Marina falando sobre seu pai:

Garfield quase quarentão

segunda-feira, 19 junho 2017

Garfield está de aniversário hoje. Foi em 19 de junho de 1978 que sua primeira tirinha foi publicada em 41 jornais norte-americanos. Já pensou? Ano que vem ele vai ser quarentão!

O gato gordo, preguiçoso, sarcástico, dorminhoco e comilão, que adora comer lasanha e pizza, foi criado pelo desenhista Jim Davis e, em 2002, entrou para o Guiness Book como a tirinha mais publicada em jornais de todo o mundo.

Jim Davis, que tem 71 anos, cresceu rodeado por mais de 20 gatos e desde cedo mostrou que tinha jeito para o desenho. Quando resolveu juntar as duas coisas, seu sucesso foi imediato.

O gato laranja, gordo e resmungão, que adora dormir foi batizado com um dos nomes do avô de Jim Davis, – James Garfield Davis – Garfield começou por aparecer nos jornais. Em 1982 eram mil jornais, incluindo já imprensa estrangeira, e em 1987 subiu para dois mil.

As tirinhas de Garfield criaram todo um império: séries de TV, filmes, telefilmes, jogos de computador e dezenas de produtos com a marca Garfiled, como canecas, cartazes e bichos de pelúcia. Garfield também foi ainda usado em campanhas publicitárias, associado a marcas como McDdonald’s, American Express, Kellog’s e Campbell’s.

Além dos livros com as tiras de Garfield que podem ser encontrados em formato pocket, a L&PM também possui um grande livro da Série Ouro com 2.582 tiras de Garfield, incluindo, claro, aquela publicada em 19 de junho de 1978. Clique aqui para vê-la.

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Feliz aniversário Garfield!

Bloomsday: o único feriado do mundo que é dedicado a um livro

sexta-feira, 16 junho 2017

BLOOMSDAY

16 de junho é feriado na Irlanda. Batizado de Bloomsday, o dia é dedicado a Leopold Bloom, personagem criado por James Joyce  que habita as páginas de “Ulisses”, a mais famosa obra do escritor irlandês. Em “Ulisses”, Bloom vive sua Odisseia em apenas um dia: 16 de junho de 1904, enquanto caminha pela capital da Irlanda. Uma data tão emblemática que, desde o final dos anos 1920, os irlandeses a decretaram como feriado nacional e sempre preparam uma grande festa em Dublin.

O escritor James Joyce e o jornal com a data do Bloomsday: 16 de junho de 1904

O escritor James Joyce e o jornal com a data do Bloomsday: 16 de junho de 1904

Aqui no Brasil também tem comemoração no dia de hoje. Separamos alguns eventos que achamos interessantes. Se você souber de mais algum, é só avisar. ;-)

PORTO ALEGRE:

Local: Instituto Ling
Nome do evento: Bloomsday: Joyce era louco?
Horário: 19h30min com duração de 90 minutos
O que: A pergunta “James Joyce era louco?” foi feita pelo psicanalista francês Jacques Lacan em seu conhecido e divulgado Seminário 23. A partir dessa e de outras hipóteses, o escritor e tradutor de Joyce, Donaldo Schüler, lança o seu mais novo livro em Porto Alegre: “Joyce era louco?”. Schüler e as psicanalistas Laura Benites e Fernanda Bernd discutem os limites da loucura a partir da obra de James Joyce. O lançamento do livro será seguido de sessão de autógrafos. A entrada é franca, sujeita à lotação do espaço.Em paralelo e como prevê a tradição dessa festa literária que é o Bloomsday, a artista Elida Tessler estará ao longo de todo o dia 16 lendo o romance Ulysses no Instituto Ling.

SÃO PAULO:

Locais: Casa Guilherme de Almeida e Casa das Rosas
Nome do evento: 30º Bloomsday em São Paulo “Joyce, Lira e Delírio” – Por Marcelo Tápia e Ivan de Campos
Dia e Horário: 16/06 a partir das 18h e 17/06 a partir das 14h
Programação:
16/6
Casa Guilherme de Almeida – “Telêmaco e Circe”

O Bloomsday na Casa Guilherme de Almeida focalizará dois episódios de Ulysses: o primeiro do livro, “Telêmaco”, no qual há referência a um delírio, e o décimo quinto, “Circe”, escrito com a técnica da “alucinação”.

18h: Links diretos com o Bloomsday de Porto Alegre, com breve conversa com Donaldo Schüler, organizador do evento na capital gaúcha, e link direto com Dublin para conversa com Dirce Waltrick do Amarante e Sérgio Medeiros, organizadores do Bloomsday em Florianópolis.
18h30: Abertura, por Marcelo Tápia.
18h40: “Joyce e o cinema”: exibição do curta-metragem inédito Writers’ tears, realizado a partir de imagens de Dublin, por Marcelo Tápia e Donny Correia.
19h: Breve palestra de Donny Correia sobre o filme O retrato do artista quando jovem (1977), de Joseph Strick.
19h15: Leitura de um fragmento do capítulo inicial de Ulysses, por Ivan de Campos.
19h25: Leitura dramática de fragmento do capítulo inicial de Ulysses, com os atores Carlos Rahal e Neto Mahnic.
19h45: Leituras de fragmentos do episódio “Circe”, de Ulysses, em vários idiomas por Marcelo Tápia (português), Alzira Allegro (inglês), Aurora Bernardin (russo), Flávio Ricardo Vassoler (italiano), Simone Homem de Mello (alemão), Fares Saeb (hebraico), Tereza Jardini (espanhol), Sarolta Kobori (húngaro), João Eduardo Hidalgo (catalão), Chloé Bernabé di Rollo (francês), Yun Jung Im (coreano) e outros.
20h15: Link direto com performances do Bloomsday de Florianópolis, organizadas por Clelia Mello e alunos da UFSC.
20h25: Pocket-show com o cantor e compositor Cid Campos e o músico Felipe Ávila.
21h: Encerramento, com apresentação da banda de música irlandesa TUNAS, acompanhada de dança irlandesa, por Letícia Pires e convidadas.

17/6
Casa Guilherme de Almeida

14h às 18h: Oficina de tradução: Fragmentos do primeiro capítulo de Finnegans Wake

Por Daiane Oliveira, Larissa Lagos e Giovana Ursini
Depois de uma breve apresentação do primeiro capítulo de Finnegans Wake e da linguagem do romance de forma geral, a oficina demandará dos participantes um pequeno exercício de tradução: alguns fragmentos capítulo do livro serão traduzidos individualmente, no entanto, ao final, pretendemos ter apenas uma versão dos fragmentos traduzidos. Para se chegar a essa única versão da tradução, as ministrantes recorrerão à operação do acaso, à indeterminação, segundo o conceito do artista norte-americano John Cage.

Casa das Rosas – FORRÓ DO FINNICIUS
Na Casa das Rosas, a festança musical e dançante focalizará o romance Finnegans Wake, escrito em linguagem onírica.

18h: “Joyce era louco?” – Conferência do escritor e tradutor Donaldo Schüler.
19h: Leitura de fragmentos de Finnegans Wake por Marcelo Tápia, Donny Correia e Ivan de Campos.
19h15: Exibição de fragmento do filme Passages from James Joyce’s Finnegans Wake (1967), da diretora …
19h30: Breve workshop de dança irlandesa, por Letícia Pires e dançarinas convidadas.
19h45: Celebração festiva do Velório de Finnegan / Forró do Finnicius, com música e dança tradicional irlandesa, pela banda TUNAS e grupo de dançarinas.

BRASÍLIA:

Local: Sebinho Livraria, Café e Bistrô - CLN 406, Bloco C – Asa Norte
Nome do evento: 6ª edição do Bloomsday
Programação:

19h – Abertura com apresentação da Companhia de Dança Irlandesa Celtas do Cerrado
19h20 – Palestra do embaixador da Irlanda, Brian Glynn
19h40 – Comentários do jornalista Antônio Carlos Queiroz sobre cinema e literatura (Eisenstein & Joyce) com base em “Ithaca”, o penúltimo episódio de Ulysses
20h – Leitura dramática de trechos de “Ithaca” pela professora Michelle Alvarenga, da Universidade Católica, e pelo professor André Aires
20h20 – Leitura dramática de trechos do terceiro episódio “Proteus” por Jesse James
20h40 – Show musical da banda Clan C, com membros do Tanaman Dùl, junto com performance da Companhia de Dança Irlandesa Celtas do Cerrado

De James Joyce, a Coleção L&PM Pocket publica Dublinenses e Retrato do Artista Quando Jovem.