O dicionário que acompanha gerações

A página de rosto da primeira edição do "Dicionário Caldas Aulete"

 O professor e lexicógrafo português Francisco Júlio de Caldas Aulete não conseguiu passar da letra “A”. Ao falecer, em 1878, ainda faltavam mais de vinte letras – e milhares de verbetes – do dicionário que ele estava compondo. Foi então que o poeta, humanista, amigo de Eça de Queiroz e também lexógrafo António Lopes dos Santos Valente assumiu os trabalhos e completou o “Dicionário Contemporâneo da Língua Portuguesa” iniciado pelo colega. Ao ser lançado em Portugal, no ano de 1881, o dicionário apresentava uma proposta inovadora e moderna para a época e obteve grande sucesso editorial. Em homenagem àquele que deu início ao projeto, ele atravessaria gerações conhecido como “Dicionário Caldas Aulete”. 

O recém chegado "Aulete de bolso"

Hoje, muitas reedições e verbetes depois, este dicionário continua sendo um sucesso editorial. E não só em Portugal. Por aqui, o “Projeto Caldas Aulete” é desenvolvido pela editora Lexikon Editora Digital que trabalha sem parar pela atualização permanente da versão brasileira (inclusive de forma interativa). E é a partir de uma parceria com a Lexikon que a Coleção L&PM Pocket acaba de lançar o Dicionário Aulete de Bolso da língua portuguesa. Ele traz 25.400 verbetes e mais de 1.600 locuções. Perfeito para quem quer falar e escrever num estilo um pouco mais “altissonante”. Não sabe o que é? Ah, se você tivesse o Aulete de Bolso na bolsa…

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