﻿{"id":9998,"date":"2011-08-05T15:33:56","date_gmt":"2011-08-05T18:33:56","guid":{"rendered":"http:\/\/www.lpm-editores.com.br\/blog\/?p=9998"},"modified":"2014-08-05T09:38:44","modified_gmt":"2014-08-05T12:38:44","slug":"a-morte-da-musa-o-nascimento-do-mito","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.lpm-blog.com.br\/?p=9998","title":{"rendered":"A morte da musa e o nascimento do mito"},"content":{"rendered":"<p><em><a href=\"https:\/\/www.lpm-blog.com.br\/wp-content\/uploads\/2011\/08\/marilyn_baixa.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft size-medium wp-image-10009\" title=\"marilyn_baixa\" alt=\"\" src=\"https:\/\/www.lpm-blog.com.br\/wp-content\/uploads\/2011\/08\/marilyn_baixa-179x300.jpg\" width=\"201\" height=\"329\" \/><\/a>&#8220;Fantasia durante a vida inteira, Marilyn s\u00f3 podia continuar fantasia com a morte e na morte. \u00c9 preciso a qualquer pre\u00e7o procurar saber mais? O que \u00e9 verdade? (&#8230;) Uma coisa \u00e9 certa: em 5 de agosto de 1962, de manh\u00e3zinha, o mundo inteiro era informado com estupor da morte de Marilyn Monroe. Morte turva e tr\u00e1gica em harmonia total com seu mito. Animada, inanimada.\u00a0E todos, preparados para a tarefa, finalmente f\u00e1cil, de alimentar a f\u00e1bula, n\u00e3o perceberam que Marilyn na realidade tinha morrido, assassinada, h\u00e1 muito tempo. Mais do que isso, nunca tinha existido. &#8220;<\/em> (Trecho de <em><a href=\"http:\/\/www.lpm.com.br\/site\/default.asp?Template=..\/livros\/layout_produto.asp&amp;CategoriaID=638453&amp;ID=191918\" target=\"_blank\">Marilyn Monroe<\/a><\/em>, de Anne Plantagenet, <a href=\"http:\/\/www.lpm.com.br\/site\/default.asp?TroncoID=805134&amp;SecaoID=510927&amp;SubsecaoID=0&amp;Serie=Biografias\" target=\"_blank\">S\u00e9rie Biografias L&amp;PM<\/a>)<\/p>\n<p>A partir de ent\u00e3o, a musa virava o maior de todos os\u00a0mitos. Marilyn Monroe foi encontrada em se quarto, supostamente morta pela ingest\u00e3o excessiva de barbit\u00faricos. Mas basta ir um pouco mais fundo nas evid\u00eancias para se desconfiar de que talvez sua morte n\u00e3o tenha sido t\u00e3o inocente assim.\u00a0Como mostra o <a href=\"http:\/\/www.lpm.com.br\/site\/default.asp?Template=..\/livros\/layout_produto.asp&amp;CategoriaID=638453&amp;ID=191918\" target=\"_blank\">livro de Anne Plantagenet<\/a>, as declara\u00e7\u00f5es da governanta, Eunice Murray, levantam suspeitas: <em>&#8220;Como ela poderia ter percebido luz sob a porta do quarto de Marilyn se um carpete grosso, recentemente instalado, filtrava-a inteiramente? Por que teria esperado quatro horas antes de avisar a pol\u00edcia? Por que a m\u00e1quina de lavar estava funcionando em plena noite? Como Marilyn conseguiu engolir tantos son\u00edferos sem um \u00fanico copo d\u00b4\u00e1gua?&#8221;<\/em><\/p>\n<div id=\"attachment_10001\" style=\"width: 455px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/www.lpm-blog.com.br\/wp-content\/uploads\/2011\/08\/mesa.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-10001\" class=\"size-full wp-image-10001    \" title=\"mesa\" alt=\"\" src=\"https:\/\/www.lpm-blog.com.br\/wp-content\/uploads\/2011\/08\/mesa.jpg\" width=\"445\" height=\"313\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-10001\" class=\"wp-caption-text\">Uma das imagens da mesa de cabeceira de Marilyn como a pol\u00edcia a encontrou. Em primeiro plano, um cinzeiro possivelmente adquirido no M\u00e9xico e, ao fundo, uma das agendas telef\u00f4nicas da atriz<\/p><\/div>\n<p>Al\u00e9m disso, o livro ainda traz outros questionamentos: <em>&#8220;Os dois m\u00e9dicos presentes (Greenson e o cl\u00ednico de Marilyn) pareciam pouco \u00e0 vontade. A rigidez do cad\u00e1ver tendia a provar que a estrela provavelmente teria morrido por volta das dez horas da noite. Pouco a pouco, as l\u00ednguas foram se soltando. Vizinhos contaram que durante essa noite tinham visto uma ambul\u00e2ncia, v\u00e1rios autom\u00f3veis e at\u00e9 um helic\u00f3ptero em volta da casa da atriz. Teriam escutado uma mulher berrar: &#8216;Assassinos, est\u00e3o contentes agora que ela est\u00e1 morta?&#8217;<\/em><\/p>\n<p>A teoria \u00e9\u00a0a de que\u00a0Marilyn foi morta pelos Kennedy: queima de arquivo. <em>&#8220;Robert Kennedy tinha ido duas vezes naquele dia \u00e0 casa de Marilyn, ao passo que, oficialmente, ele n\u00e3o estava em Los Angeles&#8221;<\/em> teriam dito tamb\u00e9m os vizinhos.<\/p>\n<p>Assassinato ou suic\u00eddio, o fato \u00e9 que Marilyn morreu, mas contina viva,\u00a0amada e cultuada.\u00a0Hoje, suas tantas fotos estampam os mais variados souvenirs. E nenhuma outra diva de Hollywood\u00a0jamais foi (ou ser\u00e1) t\u00e3o cultuada quanto ela.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&#8220;Fantasia durante a vida inteira, Marilyn s\u00f3 podia continuar fantasia com a morte e na morte. \u00c9 preciso a qualquer pre\u00e7o procurar saber mais? O que \u00e9 verdade? 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