﻿{"id":5981,"date":"2011-02-15T14:31:17","date_gmt":"2011-02-15T16:31:17","guid":{"rendered":"http:\/\/www.lpm-editores.com.br\/blog\/?p=5981"},"modified":"2014-08-25T14:59:29","modified_gmt":"2014-08-25T17:59:29","slug":"15-o-analista-de-bage","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.lpm-blog.com.br\/?p=5981","title":{"rendered":"15. O Analista de Bag\u00e9"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/www.lpm-blog.com.br\/wp-content\/uploads\/2011\/02\/ERA-UMA-VEZ-23.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-large wp-image-6005\" title=\"ERA UMA VEZ 2\" alt=\"\" src=\"https:\/\/www.lpm-blog.com.br\/wp-content\/uploads\/2011\/02\/ERA-UMA-VEZ-23-1024x122.jpg\" width=\"450\" height=\"53\" srcset=\"https:\/\/www.lpm-blog.com.br\/wp-content\/uploads\/2011\/02\/ERA-UMA-VEZ-23-1024x122.jpg 1024w, https:\/\/www.lpm-blog.com.br\/wp-content\/uploads\/2011\/02\/ERA-UMA-VEZ-23-300x35.jpg 300w, https:\/\/www.lpm-blog.com.br\/wp-content\/uploads\/2011\/02\/ERA-UMA-VEZ-23.jpg 1121w\" sizes=\"auto, (max-width: 450px) 100vw, 450px\" \/><\/a><\/p>\n<p><em>Por Ivan Pinheiro Machado*<\/em><\/p>\n<p>\u201cO Analista de Bag\u00e9\u201d, de Luis Fernando Ver\u00edssimo, despontou para a fama e a gl\u00f3ria na Feira do Livro de Porto Alegre de 1981. Em meio a uma onda de Sidney Sheldon, Morris West e\u00a0Harold Robbins, o livro de um autor praticamente desconhecido no eixo Rio-S\u00e3o Paulo surgia como o mais vendido na Feira. Numa daquelas tardes animadas na Pra\u00e7a da Alf\u00e2ndega, eu estava na barraca da L&amp;PM conversando sobre amenidades com a rep\u00f3rter do <em>Jornal do Brasil<\/em> Cl\u00e1udia Nocchi quando ela me interrompeu.<\/p>\n<p>&#8211; <em>Voc\u00ea j\u00e1 notou que, enquanto falamos, tr\u00eas clientes compraram o \u201cAnalista de Bag\u00e9\u201d?<\/em><\/p>\n<p>E era verdade. Estava vendendo muito. T\u00ednhamos feito uma edi\u00e7\u00e3o de 3 mil exemplares que se esgotara na primeira semana da Feira. Reeditamos rapidamente e \u201cO Analista\u201d j\u00e1 era o mais vendido segundo a lista que a C\u00e2mara Riograndense do Livro distribu\u00eda todos os dias. E cada vez vendia mais. Cl\u00e1udia ficou impressionada e resolveu sugerir ao Rio de Janeiro uma mat\u00e9ria sobre o novo fen\u00f4meno editorial. O editor do Jornal do Brasil era o ga\u00facho Raul Riff e, seu filho Sergio Riff, era rep\u00f3rter do Caderno B. No come\u00e7o dos anos 80, o Caderno B do <em>Jornal do Brasil<\/em> era a verdadeira b\u00edblia da cultura brasileira. Sa\u00eda no <em>JB<\/em>, todo mundo ficava sabendo. E n\u00e3o deu <a href=\"https:\/\/www.lpm-blog.com.br\/wp-content\/uploads\/2011\/02\/LFV-Veja.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft size-medium wp-image-5986\" title=\"LFV Veja\" alt=\"\" src=\"https:\/\/www.lpm-blog.com.br\/wp-content\/uploads\/2011\/02\/LFV-Veja-228x300.jpg\" width=\"186\" height=\"248\" \/><\/a>outra. Se houve ou n\u00e3o lobby ga\u00facho, n\u00e3o sei. Mas, no fim de semana seguinte, o \u201cAnalista\u201d deu capa do caderno B, com mat\u00e9ria da Cl\u00e1udia, resenha do Sergio Riff e at\u00e9 uma enorme caricatura do Luis Fernando ilustrando a p\u00e1gina. Um m\u00eas depois, o livro j\u00e1 era o mais vendido no pa\u00eds. A\u00ed foi a vez da <em>Veja<\/em>. Mat\u00e9ria de capa. E olha que poucas vezes um livro deu capa da Veja. Foi a consagra\u00e7\u00e3o. E durante dois anos \u201cO Analista de Bag\u00e9\u201d foi o livro mais vendido em todas as listas de bestsellers dos jornais e revistas brasileiros.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.lpm-blog.com.br\/?p=6146\" target=\"_blank\"><strong><em>Para ler o pr\u00f3ximo post da s\u00e9rie &#8220;Era uma vez uma editora&#8230;&#8221; clique aqui.<\/em><\/strong><\/a><em><\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por Ivan Pinheiro Machado* \u201cO Analista de Bag\u00e9\u201d, de Luis Fernando Ver\u00edssimo, despontou para a fama e a gl\u00f3ria na Feira do Livro de Porto Alegre de 1981. 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