﻿{"id":24972,"date":"2014-09-01T18:31:09","date_gmt":"2014-09-01T21:31:09","guid":{"rendered":"http:\/\/www.lpm-blog.com.br\/?p=24972"},"modified":"2014-09-01T18:31:09","modified_gmt":"2014-09-01T21:31:09","slug":"livro-inedito-com-26-ensaios-de-aldous-huxley","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.lpm-blog.com.br\/?p=24972","title":{"rendered":"Livro in\u00e9dito com 26 ensaios de Aldous Huxley"},"content":{"rendered":"<p>Aldous Huxley ficou famoso por ter escrito o cl\u00e1ssico romance &#8220;Admir\u00e1vel mundo novo&#8221;, de 1932. Um ano antes disso, no entanto, ele lan\u00e7ou 26 ensaios em que refletia sobre a express\u00e3o do inexprim\u00edvel na m\u00fasica, sobre a vulgaridade nas artes, sobre as mudan\u00e7as sexuais e de pensamento, sobre as ambiguidades do progresso, sobre a busca eterna por novos prazeres. Estes textos est\u00e3o em <a href=\"http:\/\/www.lpm.com.br\/site\/default.asp?Template=..\/livros\/layout_produto.asp&amp;CategoriaID=637394&amp;ID=061849\" target=\"_blank\"><em>M\u00fasica da noite &amp; outros ensaios<\/em><\/a>\u00a0<em><\/em>que acaba de ser chegar, pela primeira vez no Brasil. A tradu\u00e7\u00e3o \u00e9 de Rodrigo Breunig. Leia abaixo alguns trechos iniciais.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><a href=\"https:\/\/www.lpm-blog.com.br\/wp-content\/uploads\/2014\/09\/Musica_na_noite.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter  wp-image-24973\" alt=\"capa_M\u00fasica_na_noite.indd\" src=\"https:\/\/www.lpm-blog.com.br\/wp-content\/uploads\/2014\/09\/Musica_na_noite-614x1024.jpg\" width=\"365\" height=\"608\" srcset=\"https:\/\/www.lpm-blog.com.br\/wp-content\/uploads\/2014\/09\/Musica_na_noite-614x1024.jpg 614w, https:\/\/www.lpm-blog.com.br\/wp-content\/uploads\/2014\/09\/Musica_na_noite-180x300.jpg 180w, https:\/\/www.lpm-blog.com.br\/wp-content\/uploads\/2014\/09\/Musica_na_noite.jpg 1260w\" sizes=\"auto, (max-width: 365px) 100vw, 365px\" \/><\/a><\/p>\n<blockquote><p>O RESTO \u00c9 SIL\u00caNCIO<\/p>\n<p>Da outra sensa\u00e7\u00e3o \u00e0 intui\u00e7\u00e3o da beleza, do prazer e da dor ao amor e ao \u00eaxtase m\u00edstico e \u00e0 morte\u00a0 &#8211; todas as coisas que s\u00e3o fundamentais, todas as coisas que, para o esp\u00edrito humano, t\u00eam o mais profundo significado, podem ser apenas experimentadas, e n\u00e3o exprimidas. O resto \u00e9 sempre, em qualquer lugar, sil\u00eancio. Depois do sil\u00eancio, aquilo que mais se aproxima de exprimir o inexprim\u00edvel \u00e9 a m\u00fasica.<\/p>\n<p>ARTE E O \u00d3BVIO<\/p>\n<p>Todas as grandes verdades s\u00e3o verdades \u00f3bvias. Mas nem todas as verdades \u00f3bvias s\u00e3o grandes verdades. Assim \u00e9 \u00f3bvio at\u00e9 o \u00faltimo grau que a vida \u00e9 curta e o destino, incerto.<\/p>\n<p>M\u00daSICA NA NOITE<\/p>\n<p>Sem lua, esta noite de junho \u00e9 tanto mais viva com estrelas. Sua escurid\u00e3o \u00e9 perfumada com rajadas fracas vindas dos florescentes limoeiros, com o cheiro de terra molhada e com o verdor invis\u00edvel das videiras. H\u00e1 sil\u00eancio; mas \u00e9 um sil\u00eancio que respira com a respira\u00e7\u00e3o tranquila do mar e, no meio do fino e estridente ru\u00eddo de um grilo, de forma insistente, de forma incessante repisa o fato de sua pr\u00f3pria perfei\u00e7\u00e3o profunda.<\/p>\n<p>MEDITA\u00c7\u00c3O SOBRE EL GRECO<\/p>\n<p>Os prazeres da ignor\u00e2ncia s\u00e3o t\u00e3o grandes, a seu modo, quanto os prazeres do conhecimento. Pois embora a luz seja boa, embora seja satisfat\u00f3rio ao indiv\u00edduo que ele tenha condi\u00e7\u00f5es de colocar as coisas que o rodeiam nas categorias de um sistema ordenado e compreens\u00edvel, tamb\u00e9m \u00e9 bom que o indiv\u00edduo se veja por vezes no escuro, \u00e9 agrad\u00e1vel de vez em quando que ele tenha de especular com vaga perplexidade sobre um mundo que a ignor\u00e2ncia reduziu (&#8230;)<\/p><\/blockquote>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Aldous Huxley ficou famoso por ter escrito o cl\u00e1ssico romance &#8220;Admir\u00e1vel mundo novo&#8221;, de 1932. 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