﻿{"id":18298,"date":"2012-10-31T15:02:04","date_gmt":"2012-10-31T17:02:04","guid":{"rendered":"http:\/\/www.lpm-blog.com.br\/?p=18298"},"modified":"2012-10-31T16:12:58","modified_gmt":"2012-10-31T18:12:58","slug":"como-diria-humphrey-bogart","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.lpm-blog.com.br\/?p=18298","title":{"rendered":"Como diria Humphrey Bogart&#8230;"},"content":{"rendered":"<p><object classid=\"clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000\" width=\"448\" height=\"262\" codebase=\"http:\/\/download.macromedia.com\/pub\/shockwave\/cabs\/flash\/swflash.cab#version=6,0,40,0\"><param name=\"allowFullScreen\" value=\"true\" \/><param name=\"allowscriptaccess\" value=\"always\" \/><param name=\"src\" value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/152IpxaNRx8?version=3&amp;hl=pt_BR\" \/><param name=\"allowfullscreen\" value=\"true\" \/><embed type=\"application\/x-shockwave-flash\" width=\"448\" height=\"262\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/152IpxaNRx8?version=3&amp;hl=pt_BR\" allowfullscreen=\"true\" allowscriptaccess=\"always\"><\/embed><\/object><\/p>\n<p><em>Por Ivan Pinheiro Machado<\/em><\/p>\n<h4>Sempre teremos Paris &#8211; 1<\/h4>\n<p>Tanto o maravilhoso livro \u201c<a href=\"http:\/\/www.lpm.com.br\/site\/default.asp?Template=..\/livros\/layout_produto.asp&amp;CategoriaID=810619&amp;ID=636361\" target=\"_blank\">Paris: biografia de uma cidade<\/a>\u201d de Colin Jones (L&amp;PM, 2004), como \u201c<a href=\"http:\/\/www.lpm.com.br\/site\/default.asp?Template=..\/livros\/layout_produto.asp&amp;CategoriaID=736390&amp;ID=727470\" target=\"_blank\">Paris: uma hist\u00f3ria<\/a>\u201d, da S\u00e9rie Encyclopaedia (Cole\u00e7\u00e3o L&amp;PM Pocket) de Yvan Combeau, apontam as origens da cidade de Paris para mais de tr\u00eas s\u00e9culos A.C. quando a tribo celta Parisii estabeleceu-se nas margens do Sena, pr\u00f3ximo ao que hoje conhecemos com <em>Il\u00ea de la Cit\u00e9<\/em>. Onde, ali\u00e1s, est\u00e1 a Pol\u00edcia Judici\u00e1ria, local de trabalho do nosso querido <a href=\"http:\/\/www.lpm.com.br\/site\/default.asp?FiltroStr=maigret&amp;FiltroCampo=Titulo&amp;Template=..%2Flivros%2Flayout_buscaprodutos.asp\" target=\"_blank\">Comiss\u00e1rio Maigret<\/a>.\u00a0 Passou a ser Lut\u00e9cia, quando o imperador romano Julio C\u00e9sar derrotou o gaul\u00eas Vercintorix. O nome Paris foi consagrado no s\u00e9culo III, sob o Imp\u00e9rio Romano. Em 451, sofreu o ass\u00e9dio dos b\u00e1rbaros, chefiados por \u00c1tila, que desorganizou a geopol\u00edtica da Europa.\u00a0 Recuperou-se, seguiu sendo uma cidade romana, at\u00e9 que, em 481, Cl\u00f3vis I assumiu o poder, depois de derrotar o \u00faltimo ex\u00e9rcito romano. De l\u00e1 para c\u00e1, Paris criou uma mitologia apoiada numa longa e fascinante hist\u00f3ria. E entre centenas de odisseias, foi palco da Revolu\u00e7\u00e3o Francesa de 1789. A revolu\u00e7\u00e3o que mudou o mundo. A partir dela, o ocidente come\u00e7ou a sair das sombras do autoritarismo, do feudalismo e sob as divisas generosas de \u201cliberdade, igualdade e fraternidade\u201d contaminou os continentes com seu humanismo radical. Max Gallo, consagrado escritor e historiador franc\u00eas escreveu o belo \u201c<a href=\"http:\/\/www.lpm.com.br\/site\/default.asp?FiltroStr=revolu%E7%E3o+francesa&amp;FiltroCampo=Titulo&amp;Template=..%2Flivros%2Flayout_buscaprodutos.asp\" target=\"_blank\">Revolu\u00e7\u00e3o Francesa<\/a>\u201d dividido em dois volumes (\u201cO povo e o rei\u201d e \u201c \u00c0s armas cidad\u00e3os!\u201d). Lan\u00e7ado na Fran\u00e7a em 2006, este livro obteve enorme \u00eaxito de p\u00fablico, atingindo o topo das listas dos best-sellers, pois pela primeira vez a hist\u00f3ria da \u201cRevolu\u00e7\u00e3o\u201d foi contada com agilidade de uma reportagem e a emo\u00e7\u00e3o de um romance. Em setembro, a L&amp;PM\u00a0 lan\u00e7ou a vers\u00e3o pocket deste extraordin\u00e1rio trabalho de Max Gallo.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><a href=\"https:\/\/www.lpm-blog.com.br\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/rev_francesa_fundobranco.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-large wp-image-18302\" title=\"rev_francesa_fundobranco\" src=\"https:\/\/www.lpm-blog.com.br\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/rev_francesa_fundobranco-1024x864.jpg\" alt=\"\" width=\"405\" height=\"341\" srcset=\"https:\/\/www.lpm-blog.com.br\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/rev_francesa_fundobranco-1024x864.jpg 1024w, https:\/\/www.lpm-blog.com.br\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/rev_francesa_fundobranco-300x253.jpg 300w, https:\/\/www.lpm-blog.com.br\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/rev_francesa_fundobranco.jpg 1076w\" sizes=\"auto, (max-width: 405px) 100vw, 405px\" \/><\/a><\/p>\n<h4>Sempre teremos Paris &#8211; 2<\/h4>\n<p>A mitologia que envolve a cidade vem sendo cuidadosamente aquecida atrav\u00e9s dos s\u00e9culos. Nem Henrique IV, protestante, ao assumir o trono de Paris, em 1593, resistiu aos encantos da cidade. Constrangido por motivos pol\u00edticos em converter-se ao catolicismo, disse a c\u00e9lebre frase: \u201cParis vaut bien une messe\u201d (Paris vale uma missa). Modernamente, a cidade foi beneficiada por duas leis fundamentais para sua imortalidade. A primeira fez 50 anos, a Lei Malraux de1962 que regula a conserva\u00e7\u00e3o definitiva dos pr\u00e9dios antigos hist\u00f3ricos ou n\u00e3o, fixando vantagens fiscais para a sua restaura\u00e7\u00e3o. A segunda lei, de 1968, tamb\u00e9m de Andr\u00e9 Malraux, no tempo em que foi ministro de De Gaule, prioriza o pagamento do imposto de transmiss\u00e3o de heran\u00e7a \u2013 no caso de esp\u00f3lios de grandes artistas ou colecionadores \u2013 em obras de arte cedidas em uso fruto ao governo e aos \u201cMuseus Franceses\u201d. Gra\u00e7as a esta lei \u00e9 que existe o Museu Picasso, com centenas de obras do mestre e milhares de doa\u00e7\u00f5es de telas dos maiores pintores da hist\u00f3ria para os grandes museus da Fran\u00e7a. Nesta mesma linha, de cultuar e preservar o seu passado, \u00e9 uma tradi\u00e7\u00e3o da cidade registrar com placas nas ruas o endere\u00e7o de grandes homens ou de grandes feitos, assim como homenagear os seus her\u00f3is que \u201cca\u00edram em defesa da Fran\u00e7a\u201d durante a\u00a0 segunda Grande Guerra. Veja abaixo alguns exemplos, como o pr\u00e9dio em que Picasso pintou Guernica, uma das obras de arte mais c\u00e9lebres de todos os tempos e que por coincid\u00eancia serviu tamb\u00e9m de cen\u00e1rio para uma das obras mais famosas de Balzac, publicadas na Cole\u00e7\u00e3o 64 P\u00e1ginas\u201d: \u201c<a href=\"http:\/\/www.lpm.com.br\/site\/default.asp?Template=..\/livros\/layout_produto.asp&amp;CategoriaID=725462&amp;ID=538848\" target=\"_blank\">A obra-prima ignorada<\/a>\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><a href=\"https:\/\/www.lpm-blog.com.br\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/placas_trio.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-18308\" title=\"placas_trio\" src=\"https:\/\/www.lpm-blog.com.br\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/placas_trio.jpg\" alt=\"\" width=\"402\" height=\"410\" srcset=\"https:\/\/www.lpm-blog.com.br\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/placas_trio.jpg 697w, https:\/\/www.lpm-blog.com.br\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/placas_trio-293x300.jpg 293w\" sizes=\"auto, (max-width: 402px) 100vw, 402px\" \/><\/a>\u00a0<\/p>\n<h4>Sempre teremos Paris &#8211; 3<\/h4>\n<p>Uma cidade como Paris, com uma hist\u00f3ria conhecida h\u00e1 bem mais de 2 mil anos, tem muitas e muitas tradi\u00e7\u00f5es,\u00a0 lendas e supersti\u00e7\u00f5es que v\u00e3o nascendo e se realimentando atrav\u00e9s do tempo. H\u00e1 uma (<a href=\"https:\/\/www.lpm-blog.com.br\/?p=18087\" target=\"_blank\">que j\u00e1 registramos neste blog<\/a>) que \u00e9 muito recente, n\u00e3o tem 10 anos. A tela de arame\u00a0que serve de murada na <em>Pont des Arts<\/em> (uma das pontes sobre o rio Sena, s\u00f3 para pedestres) est\u00e1 abarrotada de cadeados como voc\u00ea pode ver na foto abaixo. A outra foto \u00e9 da d\u00e9cada de 90, que mostra como era a ponte antes. Sabe-se l\u00e1 de onde veio, mas esta \u00e9 uma das (poucas) f\u00f3rmulas do amor eterno; voc\u00ea compra um cadeado, escreve o seu nome e o do seu amor (de prefer\u00eancia dentro de um cora\u00e7\u00e3o), fecha este cadeado na tela da <em>Pont des Arts<\/em> em Paris, joga a chave no Sena e&#8230; pronto. Este amor ser\u00e1 para sempre.<\/p>\n<div id=\"attachment_18311\" style=\"width: 415px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/www.lpm-blog.com.br\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/ponte_paris_cadeados.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-18311\" class=\"size-large wp-image-18311  \" title=\"ponte_paris_cadeados\" src=\"https:\/\/www.lpm-blog.com.br\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/ponte_paris_cadeados-1024x706.jpg\" alt=\"\" width=\"405\" height=\"279\" srcset=\"https:\/\/www.lpm-blog.com.br\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/ponte_paris_cadeados-1024x706.jpg 1024w, https:\/\/www.lpm-blog.com.br\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/ponte_paris_cadeados-300x207.jpg 300w, https:\/\/www.lpm-blog.com.br\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/ponte_paris_cadeados.jpg 1394w\" sizes=\"auto, (max-width: 405px) 100vw, 405px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-18311\" class=\"wp-caption-text\">A Pont des Arts hoje, repleta de cadeados<\/p><\/div>\n<p style=\"text-align: center;\">\n<div id=\"attachment_18312\" style=\"width: 415px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/www.lpm-blog.com.br\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/ponte_ivan_bueno.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-18312\" class=\"size-large wp-image-18312   \" title=\"ponte_ivan_bueno\" src=\"https:\/\/www.lpm-blog.com.br\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/ponte_ivan_bueno-1024x663.jpg\" alt=\"\" width=\"405\" height=\"262\" srcset=\"https:\/\/www.lpm-blog.com.br\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/ponte_ivan_bueno-1024x663.jpg 1024w, https:\/\/www.lpm-blog.com.br\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/ponte_ivan_bueno-300x194.jpg 300w, https:\/\/www.lpm-blog.com.br\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/ponte_ivan_bueno.jpg 1692w\" sizes=\"auto, (max-width: 405px) 100vw, 405px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-18312\" class=\"wp-caption-text\">A Pont des Arts no in\u00edcio dos anos 90. \u00c0 esquerda, Ivan Pinheiro Machado. No centro, La\u00eds Pinheiro Machado. \u00c0 direita, Eduardo Bueno<\/p><\/div>\n<h4 style=\"text-align: justify;\">Sempre teremos Paris \u2013 4<\/h4>\n<p style=\"text-align: justify;\">Talvez o dia 25 de agosto de 1944 seja a segunda maior data da Fran\u00e7a. Foi neste dia que as brigadas irregulares, as for\u00e7as da Resist\u00eancia Francesa, a guarni\u00e7\u00e3o Fran\u00e7a Livre mais as For\u00e7as Francesas do Interior, apoiadas pela 4\u00aa. Divis\u00e3o de Infantaria do Ex\u00e9rcito dos Estados Unidos, entraram definitivamente em Paris para expulsar as for\u00e7as nazistas que ainda l\u00e1 se mantinham. H\u00e1 muitas hist\u00f3rias que cercam este dia m\u00e1gico. Uma das mais saborosas est\u00e1 contada no livro de Dan Frank \u201cMinuit \u2013 Les aventuriers de l\u2019art moderne (1940-1944)\u201d e revela bem o clima daquele dia. Algumas tropas de combatentes n\u00e3o alinhados tinham se antecipado aos ex\u00e9rcitos regulares que invadiram Paris. O escritor Ernest Hemingway e o tamb\u00e9m escritor Andr\u00e9 Malraux eram veteranos da Guerra Civil Espanhola, onde tinham lutado nas brigadas internacionais ao lado dos republicanos contra o ditador fascista, o general\u00edssimo Francisco Franco. Ambos estiveram presentes na tomada de Paris. Esta \u00e9 a hist\u00f3ria que encerra o livro:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cMalraux e seus \u201cmaquis\u201d encontram Hemingway e seu grupo de \u201cresistentes\u201d armados no dia da liberta\u00e7\u00e3o. Eles est\u00e3o bebendo no bar do Hotel Ritz depois de expulsarem os \u00faltimos alem\u00e3es, requisitarem su\u00edtes e colocar os \u201cguerrilheiros\u201d para descansar. Neste mesmo momento, o General De Gaule, as for\u00e7as da Fran\u00e7a Livre mais os americanos rec\u00e9m cruzavam as fronteiras da cidade. Ambos est\u00e3o b\u00eabados. Malraux v\u00ea Hemingway e exclama:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>&#8211; Ernest!<\/em><br \/>\nEles n\u00e3o se v\u00eaem desde a Guerra da Espanha.<br \/>\n<em>&#8211; De onde voc\u00ea vem?<\/em><br \/>\n<em>&#8211; De longe. Strasburgo&#8230; E voc\u00ea?<\/em><br \/>\n<em>&#8211; Eu estava em Rambouillet<\/em> &#8211; responde Hemingway.<br \/>\n<em>&#8211; Voc\u00ea est\u00e1 s\u00f3?<\/em><br \/>\n<em>&#8211; N\u00e3o, eu tenho uma pequena tropa. E mostra tr\u00eas \u201cmaquis\u201d que dormem nos sof\u00e1s do bar.<\/em><br \/>\nMalraux sorri e pergunta:<br \/>\n<em>&#8211; Quantos homens voc\u00ea comandou nesta guerra?<\/em><br \/>\nHemingway pensa, faz um pequeno c\u00e1lculo e diz:<br \/>\n<em>&#8211; \u00c0s vezes dez, \u00e0s vezes duzentos. E voc\u00ea?<\/em><br \/>\n<em>&#8211; Eu?<\/em> O coronel pensa e diz \u2013 <em>dois mil homens.<\/em><br \/>\n<em>&#8211; Pena que n\u00e3o nos encontramos antes<\/em>, replica Hemingway, se levantando.<br \/>\nEle boceja, se espregui\u00e7a e se volta para o chefe da legend\u00e1ria brigada Alsacia-Lorena:<br \/>\n<em>&#8211; Se voc\u00ea estivesse conosco ter\u00edamos tomado esta cidadezinha h\u00e1 muito tempo&#8230;<\/em><br \/>\n<em>&#8211; Que cidadezinha?<\/em> Pergunta Malraux.<br \/>\n<em>&#8211; Paris!<\/em><\/p>\n<div id=\"attachment_18313\" style=\"width: 410px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/www.lpm-blog.com.br\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/610_hemingway_about.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-18313\" class=\"size-full wp-image-18313 \" title=\"American Masters: Ernest Hemingway\" src=\"https:\/\/www.lpm-blog.com.br\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/610_hemingway_about.jpg\" alt=\"\" width=\"400\" height=\"248\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-18313\" class=\"wp-caption-text\">Hemingway em 1944<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por Ivan Pinheiro Machado Sempre teremos Paris &#8211; 1 Tanto o maravilhoso livro \u201cParis: biografia de uma cidade\u201d de Colin Jones (L&amp;PM, 2004), como \u201cParis: uma hist\u00f3ria\u201d, da S\u00e9rie Encyclopaedia (Cole\u00e7\u00e3o L&amp;PM Pocket) de Yvan Combeau, apontam as origens da cidade de Paris para mais de tr\u00eas s\u00e9culos A.C. quando a tribo celta Parisii estabeleceu-se [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":5,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[4070,4072,1210,1081,4069,738,1837,4067,4071,180,4068,51,4009,225],"class_list":["post-18298","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-sem-categoria","tag-a-obra-prima-ignorada","tag-alraux","tag-colin-jones","tag-ernest-hemingway","tag-gallo","tag-guernica","tag-humphrey-bogart","tag-is-biografia-de-uma-cidade","tag-lei-malraux","tag-maigret","tag-paris-uma-historia","tag-picasso","tag-pont-des-arts","tag-revolucao-francesa"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.lpm-blog.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/18298","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.lpm-blog.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.lpm-blog.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.lpm-blog.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/5"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.lpm-blog.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=18298"}],"version-history":[{"count":14,"href":"https:\/\/www.lpm-blog.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/18298\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":18317,"href":"https:\/\/www.lpm-blog.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/18298\/revisions\/18317"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.lpm-blog.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=18298"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.lpm-blog.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=18298"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.lpm-blog.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=18298"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}