﻿{"id":17870,"date":"2012-10-08T10:02:15","date_gmt":"2012-10-08T13:02:15","guid":{"rendered":"http:\/\/www.lpm-blog.com.br\/?p=17870"},"modified":"2012-10-08T10:08:26","modified_gmt":"2012-10-08T13:08:26","slug":"o-triste-fim-de-edgar-allan-poe-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.lpm-blog.com.br\/?p=17870","title":{"rendered":"O triste fim de Edgar Allan Poe"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center;\"><a href=\"https:\/\/www.lpm-blog.com.br\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/allan_poe_assinatura.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-17872\" title=\"allan_poe_assinatura\" src=\"https:\/\/www.lpm-blog.com.br\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/allan_poe_assinatura.jpg\" alt=\"\" width=\"351\" height=\"234\" srcset=\"https:\/\/www.lpm-blog.com.br\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/allan_poe_assinatura.jpg 351w, https:\/\/www.lpm-blog.com.br\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/allan_poe_assinatura-300x200.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 351px) 100vw, 351px\" \/><\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.lpm.com.br\/site\/default.asp?TroncoID=805134&amp;SecaoID=948848&amp;SubsecaoID=0&amp;Template=..\/livros\/layout_autor.asp&amp;AutorID=37\" target=\"_blank\">Edgar Allan Poe<\/a> morreu em 7 de outubro de 1849. O escritor das hist\u00f3rias fant\u00e1sticas e sombrias, dos contos extraordin\u00e1rios e repletos de mist\u00e9rios influenciou autores como <a href=\"http:\/\/www.lpm.com.br\/site\/default.asp?FiltroStr=conan+doyle&amp;FiltroCampo=Autores&amp;Template=..%2Flivros%2Flayout_buscaprodutos.asp&amp;I1.x=54&amp;I1.y=12\" target=\"_blank\">Conan Doyle<\/a>, <a href=\"http:\/\/www.lpm.com.br\/site\/default.asp?FiltroStr=agatha+christie&amp;FiltroCampo=Autores&amp;Template=..%2Flivros%2Flayout_buscaprodutos.asp&amp;I1.x=9&amp;I1.y=4\" target=\"_blank\">Agatha Christie<\/a>, G. K. Chesterton e\u00a0Jorge Luis Borges. Em sua coluna\u00a0do dia 7 de outubro de 2012,\u00a0 publicada no Jornal <em>Zero Hora<\/em>, o jornalista e escritor David Coimbra, autor do rec\u00e9m lan\u00e7ado <em><a href=\"http:\/\/www.lpm.com.br\/site\/default.asp?Template=..\/livros\/layout_produto.asp&amp;CategoriaID=810619&amp;ID=844538\" target=\"_blank\">Uma hist\u00f3ria do mundo<\/a><\/em>,\u00a0escreveu sobre o dram\u00e1tico fim do grande Poe:<\/p>\n<blockquote><p><strong>Hist\u00f3rias Extraordin\u00e1rias &#8211; Por David Coimbra*<\/strong><\/p>\n<p>Num domingo como hoje, 7 de outubro como hoje, o grande Edgar Allan Poe morreu por causa de uma elei\u00e7\u00e3o como a de hoje. Conta a lenda que cabos eleitorais o embriagaram e o arrastaram de uma circunscri\u00e7\u00e3o eleitoral a outra, a fim de que votasse v\u00e1rias vezes no mesmo candidato. Depois de muita bebida diferente e muito voto igual, Poe foi deixado numa rua de Baltimore. Encontraram na sarjeta no dia 4 de outubro, febril e desfalecido. Levaram-no para um hospital. Passou quatro dias delirando e morreu, miser\u00e1vel, aos 40 anos de idade.<\/p>\n<p>Se \u00e9 verdade a hist\u00f3ria dos cabos eleitorais assassinos, tamb\u00e9m \u00e9 verdade que eles s\u00f3 conseguiram fazer isso com Poe porque Poe era um alco\u00f3latra incur\u00e1vel. Bebia sem parar, embriagava-se com um \u00fanico copo de vinho e, \u00e0s vezes, ingeria \u00e1lcool puro, tudo para escapar da melancolia. No entanto, foi a melancolia que o tornou imortal, porque s\u00f3 a dor torna um homem imortal. Poe casou com uma prima que tinha apenas 13 anos de idade \u2013 nos anos 30 do s\u00e9culo 19 isso n\u00e3o era pedofilia. Como vivessem muito mal, sem ter dinheiro nem para comer, ela morreu de tuberculose. Para ela, Poe teceu um poema t\u00e3o triste quanto terno:<\/p>\n<p><em>Pois a lua jamais brilha sem trazer-me sonhos <\/em><br \/>\n<em>Da bela Annabel Lee. <\/em><br \/>\n<em>E as estrelas jamais surgem sem que eu sinta os brilhantes olhos <\/em><br \/>\n<em>Da bela Annabel Lee. <\/em><br \/>\n<em>E, assim, durante toda a mar\u00e9 noturna, deito-me ao lado <\/em><br \/>\n<em>Da minha querida \u2013 minha querida \u2013, minha vida e minha noiva <\/em><br \/>\n<em>Em seu sepulcro junto ao mar, <\/em><br \/>\n<em>Em sua tumba junto ao rumoroso mar. <\/em><\/p>\n<p>Leia <em>Hist\u00f3rias Extraordin\u00e1rias<\/em>, e beba um pouco da beleza sombria de Edgar Allan Poe.<\/p>\n<p><em>* Este texto foi originalmente publicado na pg. 46 do Jornal Zero Hora de 7 de outubro de 2012, na coluna &#8220;O C\u00f3digo David&#8221;<\/em><\/p><\/blockquote>\n<p>A Cole\u00e7\u00e3o L&amp;PM Pocket publica <a href=\"http:\/\/www.lpm.com.br\/site\/default.asp?FiltroStr=allan+poe&amp;FiltroCampo=Autores&amp;Template=..%2Flivros%2Flayout_buscaprodutos.asp&amp;I1.x=29&amp;I1.y=9\" target=\"_blank\">cinco t\u00edtulos de Edgar Allan Poe<\/a>.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Edgar Allan Poe morreu em 7 de outubro de 1849. 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