﻿{"id":15794,"date":"2012-05-18T10:04:42","date_gmt":"2012-05-18T13:04:42","guid":{"rendered":"http:\/\/www.lpm-blog.com.br\/?p=15794"},"modified":"2012-05-18T10:15:39","modified_gmt":"2012-05-18T13:15:39","slug":"cleo-e-daniel-na-era-das-redes-sociais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.lpm-blog.com.br\/?p=15794","title":{"rendered":"Cleo e Daniel na era das redes sociais"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"http:\/\/www.lpm.com.br\/site\/default.asp?Template=..\/livros\/layout_produto.asp&amp;CategoriaID=636453&amp;ID=509084\" target=\"_blank\"><em>Cleo e Daniel<\/em> <\/a>\u00e9 um livro que Roberto Freire lan\u00e7ou em 1965 e que, al\u00e9m\u00a0de\u00a0ter se\u00a0transformado em\u00a0<em>bestseller<\/em>, virou filme dirigido pelo pr\u00f3prio autor. Mais de 40 anos depois, <em>Cleo e Daniel<\/em> volta ao mercado pela Cole\u00e7\u00e3o L&amp;PM Pocket. A seguir, o texto que\u00a0o escritor e jornalista Ignacio de Loyola Brand\u00e3o\u00a0escreveu especialmente para esta edi\u00e7\u00e3o que acaba de sair do forno. E que explica um pouco porque\u00a0a obra de Freire\u00a0segue sendo atual.\u00a0<\/p>\n<blockquote><p><a href=\"https:\/\/www.lpm-blog.com.br\/wp-content\/uploads\/2012\/05\/Cleo_e_Daniel.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft size-medium wp-image-15795\" title=\"capa_Cleo_e_Daniel.indd\" src=\"https:\/\/www.lpm-blog.com.br\/wp-content\/uploads\/2012\/05\/Cleo_e_Daniel-180x300.jpg\" alt=\"\" width=\"162\" height=\"270\" srcset=\"https:\/\/www.lpm-blog.com.br\/wp-content\/uploads\/2012\/05\/Cleo_e_Daniel-180x300.jpg 180w, https:\/\/www.lpm-blog.com.br\/wp-content\/uploads\/2012\/05\/Cleo_e_Daniel-616x1024.jpg 616w, https:\/\/www.lpm-blog.com.br\/wp-content\/uploads\/2012\/05\/Cleo_e_Daniel.jpg 1263w\" sizes=\"auto, (max-width: 162px) 100vw, 162px\" \/><\/a><em>Conheci Roberto Freire e dele fiquei amigo nos anos 60 quando trabalhamos juntos em \u00daltima Hora, jornal que j\u00e1 desapareceu. Fiquei abismado ao saber que ele escrevia \u00e0 m\u00e3o. Sempre escreveu. Depois que j\u00e1 era psicanalista, ou seja l\u00e1 o que for. Fal\u00e1vamos de cinema, de S\u00e3o Paulo, de putas, de sexo, de homossexuais, de drogas. Ele tinha um jeito meio louco e eu ficava fascinado com sua maneira de ver as coisas e o mundo. Um dia, ele me trouxe um calhama\u00e7o: Quer dar uma olhada nisso? Tem saco? \u00c9 um romance. Li em dois dias. Maravilhado, porque ali estava uma vis\u00e3o nova da juventude naqueles confusos anos 60. Confusos porque t\u00ednhamos batalhado por liberdade, sexo, tudo, e t\u00ednhamos levado a porrada da ditadura na cabe\u00e7a. Enfim surgia um livro diferente, claro, aberto. Mudava a literatura, a vis\u00e3o das coisas, nesta hist\u00f3ria de um amor tresloucado, puro. O mundo estava mudando, o Brasil tamb\u00e9m. Roberto surgiu com uma linguagem solta, descolada, atraente, po\u00e9tica e sensual. Foi um impacto, Cleo e Daniel estourou em vendas, estava nas m\u00e3os de todos os jovens. Falava-se de Cleo, de Daniel e de Roberto. Tenho uma curiosidade imensa de saber como se comportar\u00e1 este romance quase cinquenta anos depois. Verdade que grandes livros nunca envelhecem. Como ser\u00e1 visto hoje pela gera\u00e7\u00e3o facebook, linkedin, iPhone, iPad, internet, twitter, rede social. Pensar que Roberto escrevia a l\u00e1pis.<\/em><\/p><\/blockquote>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Cleo e Daniel \u00e9 um livro que Roberto Freire lan\u00e7ou em 1965 e que, al\u00e9m\u00a0de\u00a0ter se\u00a0transformado em\u00a0bestseller, virou filme dirigido pelo pr\u00f3prio autor. Mais de 40 anos depois, Cleo e Daniel volta ao mercado pela Cole\u00e7\u00e3o L&amp;PM Pocket. 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