﻿{"id":10860,"date":"2011-09-12T15:27:25","date_gmt":"2011-09-12T18:27:25","guid":{"rendered":"http:\/\/www.lpm-blog.com.br\/?p=10860"},"modified":"2011-09-12T15:28:58","modified_gmt":"2011-09-12T18:28:58","slug":"os-63-anos-de-caio-fernando-abreu","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.lpm-blog.com.br\/?p=10860","title":{"rendered":"Os 63 anos de Caio Fernando Abreu"},"content":{"rendered":"<p><em>Parece exagero, mas eu comecei a escrever fic\u00e7\u00e3o com 6 anos de idade, assim que aprendi a ler e escrever. As coisas foram indo devagar. Eu nasci no interior e minha av\u00f3, que era professora de portugu\u00eas no col\u00e9gio estadual, me estimulava muito. Minha m\u00e3e era professora de hist\u00f3ria, tinha muito livro em casa, e eu comecei a escrever de uma forma um pouco inconsistente, intuitiva mesmo. Logo comecei a inventar as minhas historinhas: minha primeira hero\u00edna foi Lili Terremoto, uma menina da p\u00e1 virada. N\u00e3o parei mais. Eu n\u00e3o sabia muito bem o que estava fazendo. Acho que n\u00e3o me passava pela cabe\u00e7a que livros fossem escritos por escritores. N\u00e3o sabia que queria ser escritor. Depois, eu comecei a ir por esse caminho, li muito Monteiro Lobato, li As mil e uma noites, e atacava a biblioteca do meu pai \u00e0s escondidas: as coisas que ele me proibia de ler eram justamente as que eu lia.<\/em> (Caio Fernando Abreu em seu di\u00e1rio, texto publicado no livro <em>Para sempre teu<\/em>, Caio F. de Paula Dipp, ed. Record)\u00a0<\/p>\n<div id=\"attachment_10870\" style=\"width: 447px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/www.lpm-blog.com.br\/wp-content\/uploads\/2011\/09\/um_ano_caio.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-10870\" class=\"size-full wp-image-10870  \" title=\"um_ano_caio\" src=\"https:\/\/www.lpm-blog.com.br\/wp-content\/uploads\/2011\/09\/um_ano_caio.jpg\" alt=\"\" width=\"437\" height=\"365\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-10870\" class=\"wp-caption-text\">12 de setembro de 1949: o anivers\u00e1rio de um aninho de Caio Fernando que aqui aparece no colo do pai e ao lado da m\u00e3e<\/p><\/div>\n<p><a href=\"http:\/\/www.lpm.com.br\/site\/default.asp?TroncoID=805134&amp;SecaoID=948848&amp;SubsecaoID=0&amp;Template=..\/livros\/layout_autor.asp&amp;AutorID=38\" target=\"_blank\">Caio Fernando Abreu<\/a> nasceu no dia 12 de setembro de 1948 na cidade ga\u00facha de Santiago do Boqueir\u00e3o. Menino de cidade pequena, cresceu ouvindo as m\u00fasicas do r\u00e1dio do av\u00f4, trilhas sonoras de partir o cora\u00e7\u00e3o nas vozes de Carlos Gardel e\u00a0Liberdad Lamarque. Sua inf\u00e2ncia teve os p\u00e9s na terra batida,\u00a0as m\u00e3os nas\u00a0frutas do quintal, os olhos abertos como os das\u00a0suas duas corujas de estima\u00e7\u00e3o.\u00a0<\/p>\n<p>Pena que, como os p\u00e1ssaros de sua inf\u00e2ncia,\u00a0ele tenha voado t\u00e3o cedo pra longe de n\u00f3s&#8230; Saudades de Caio&#8230;<\/p>\n<p><strong>De Caio Fernando Abreu, a L&amp;PM publica <em><a href=\"http:\/\/www.lpm.com.br\/site\/default.asp?Template=..\/livros\/layout_produto.asp&amp;CategoriaID=717472&amp;ID=160729\" target=\"_blank\">Fragmentos<\/a><\/em>, <em><a href=\"http:\/\/www.lpm.com.br\/site\/default.asp?Template=..\/livros\/layout_produto.asp&amp;CategoriaID=717472&amp;ID=506363\" target=\"_blank\">O ovo apunhalado<\/a><\/em>, <em><a href=\"http:\/\/www.lpm.com.br\/site\/default.asp?Template=..\/livros\/layout_produto.asp&amp;CategoriaID=717472&amp;ID=090645\" target=\"_blank\">Tri\u00e2ngulo das \u00e1guas<\/a> <\/em>e <em><a href=\"http:\/\/www.lpm.com.br\/site\/default.asp?Template=..\/livros\/layout_produto.asp&amp;CategoriaID=717472&amp;ID=927380\" target=\"_blank\">Ovelhas negras<\/a><\/em>.<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Parece exagero, mas eu comecei a escrever fic\u00e7\u00e3o com 6 anos de idade, assim que aprendi a ler e escrever. As coisas foram indo devagar. Eu nasci no interior e minha av\u00f3, que era professora de portugu\u00eas no col\u00e9gio estadual, me estimulava muito. 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