﻿{"id":10423,"date":"2011-08-22T17:01:16","date_gmt":"2011-08-22T20:01:16","guid":{"rendered":"http:\/\/www.lpm-blog.com.br\/?p=10423"},"modified":"2011-08-22T17:01:16","modified_gmt":"2011-08-22T20:01:16","slug":"apertem-os-cintos-a-mona-lisa-sumiu","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.lpm-blog.com.br\/?p=10423","title":{"rendered":"Apertem os cintos, a Mona Lisa sumiu!"},"content":{"rendered":"<p>No final da tarde de 20 de agosto de 1911, um domingo, tr\u00eas homens entraram no Museu do Louvre, em Paris. Disfar\u00e7ados de funcion\u00e1rios, esconderam-se at\u00e9 o cair da noite. Dezesseis horas depois, o quadro mais famoso do mundo, a <em>Mona Lisa<\/em>, tinha desaparecido. Com o museu n\u00e3o abria\u00a0\u00e0s segunda-feira, passaram-se 24 horas at\u00e9 que algu\u00e9m percebesse o roubo. Foi somente na ter\u00e7a-feira, 22 de agosto de 1911, a exatos 100 anos atr\u00e1s, que a not\u00edcia se espalhou. A pol\u00edcia apressou-se at\u00e9 a cena do crime, as portas foram trancadas e funcion\u00e1rios e visitantes, detidos. Mas o quadro j\u00e1 n\u00e3o estava l\u00e1 h\u00e1 muito tempo. A Fran\u00e7a fechou suas fronteiras. E quando o museu reabriu, uma semana depois do roubo, os parisienses fizeram filas gigantescas para ver o lugar vazio em que o famoso quadro antes ficava pendurado. Uma ca\u00e7ada mundial estendeu-se de Paris a Nova York, da Argentina \u00e0 It\u00e1lia, mas a misteriosa <em>Mona Lisa <\/em>n\u00e3o foi encontrada em lugar nenhum.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.lpm.com.br\/site\/default.asp?Template=..\/livros\/layout_produto.asp&amp;CategoriaID=638453&amp;ID=516371\" target=\"_blank\">Picasso<\/a> e Apollinaire foram presos sob suspeita do roubo, mas acabaram soltos por falta de provas. A dire\u00e7\u00e3o do Louvre, o governo franc\u00eas e o jornal<a href=\"http:\/\/www.lefigaro.fr\/\" target=\"_blank\"> <em>Le Figaro<\/em><\/a> ofereceram recompensas pela devolu\u00e7\u00e3o da pintura, mas as pistas efriaram&#8230; at\u00e9 que, dois anos depois, o marchand florentino Alfredo Geri recebeu uma carta que trazia a seguinte assinatura: &#8220;Leonardo&#8221;. A <em>Mona Lisa <\/em>estava \u00e0 venda.<\/p>\n<p>Onde ela estava? Quem a levara? No livro <em><a href=\"http:\/\/www.lpm.com.br\/site\/default.asp?Template=..\/livros\/layout_produto.asp&amp;CategoriaID=810619&amp;ID=815054\" target=\"_blank\">Roubaram a Mona Lisa<\/a>!<\/em>, a escritora <a href=\"http:\/\/www.lpm.com.br\/site\/default.asp?TroncoID=805134&amp;SecaoID=948848&amp;SubsecaoID=0&amp;Template=..\/livros\/layout_autor.asp&amp;AutorID=807282\" target=\"_blank\">R.A. Scotti<\/a> volta no tempo e faz um relato v\u00edvido e minucioso deste que foi o\u00a0maior roubo de arte da Hist\u00f3ria. A autora revisita as origens da obra-prima de <a href=\"http:\/\/www.lpm.com.br\/site\/default.asp?Template=..\/livros\/layout_produto.asp&amp;CategoriaID=638453&amp;ID=547705\" target=\"_blank\">Leonardo da Vinci<\/a> e contr\u00f3i um romance policial baseado em fatos reais. Vivo, pulsante, fluente, <em>Roubaram a Mona Lisa! <\/em>\u00e9 o tipo de livro que n\u00e3o se consegue parar de ler.<\/p>\n<div id=\"attachment_10426\" style=\"width: 429px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/www.lpm-blog.com.br\/wp-content\/uploads\/2011\/08\/MONA-LISA-STOLEN-1.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-10426\" class=\"size-full wp-image-10426  \" title=\"MONA LISA STOLEN 1\" src=\"https:\/\/www.lpm-blog.com.br\/wp-content\/uploads\/2011\/08\/MONA-LISA-STOLEN-1.jpg\" alt=\"\" width=\"419\" height=\"391\" srcset=\"https:\/\/www.lpm-blog.com.br\/wp-content\/uploads\/2011\/08\/MONA-LISA-STOLEN-1.jpg 581w, https:\/\/www.lpm-blog.com.br\/wp-content\/uploads\/2011\/08\/MONA-LISA-STOLEN-1-300x279.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 419px) 100vw, 419px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-10426\" class=\"wp-caption-text\">O espa\u00e7o vazio deixado pela Mona Lisa, no maior roubo de arte da hist\u00f3ria<\/p><\/div>\n<p><em>&#8220;Naquela manh\u00e3 de ter\u00e7a-feira, o lugar dela na parede estava vazio. S\u00f3 restavam quatro ganchos de ferro e uma marca retangular v\u00e1rios tons mais escura do que a \u00e1rea a seu redor &#8211; uma imagem fantasmag\u00f3rica marcando o espa\u00e7o que a Mona Lisa preenchera. \u00c0 exce\u00e7\u00e3o de uma breve imagem a Brest, para onde ela fora enviada a fim de que ficasse em seguran\u00e7a durante a guerra franco-prussiana, ela n\u00e3o sa\u00eda do Louvre desde que Napole\u00e3o havia sido exilado em Santa Helena.&#8221;\u00a0 <\/em>(Trecho de<em> <a href=\"http:\/\/www.lpm.com.br\/site\/default.asp?Template=..\/livros\/layout_produto.asp&amp;CategoriaID=810619&amp;ID=815054\" target=\"_blank\">Roubaram a Mona Lisa!<\/a>,<\/em> de R.A. Scotti)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No final da tarde de 20 de agosto de 1911, um domingo, tr\u00eas homens entraram no Museu do Louvre, em Paris. Disfar\u00e7ados de funcion\u00e1rios, esconderam-se at\u00e9 o cair da noite. 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