﻿{"id":10273,"date":"2011-08-13T10:00:26","date_gmt":"2011-08-13T13:00:26","guid":{"rendered":"http:\/\/www.lpm-editores.com.br\/blog\/?p=10273"},"modified":"2011-08-12T18:21:14","modified_gmt":"2011-08-12T21:21:14","slug":"churrasco-especial-para-o-dia-dos-pais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.lpm-blog.com.br\/?p=10273","title":{"rendered":"Churrasco especial para o Dia dos Pais"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter\" title=\"Receita-do-dia-cortada\" src=\"https:\/\/www.lpm-blog.com.br\/wp-content\/uploads\/2011\/08\/Receita-do-dia-cortada.jpg\" alt=\"\" width=\"386\" height=\"100\" \/><\/p>\n<p>A receita de hoje\u00a0vem do livro\u00a0<em><a href=\"http:\/\/www.lpm.com.br\/site\/default.asp?Template=..\/livros\/layout_produto.asp&amp;CategoriaID=608492&amp;ID=704705\" target=\"_blank\">Mais de 100 dicas de churrasco<\/a>, <\/em>de Leon Hernandes Dziekaniak.\u00a0Nos prim\u00f3rdios do churrasco &#8211; e ainda hoje nas fazendas -, quando matavam o boi, a primeira carne que se tirava era aquela manta que envolvia a costela. Enquanto continuava a faina de carnear e desossar, os ga\u00fachos assavam o matambre &#8211; <em>mata hambre<\/em>, em espanhol &#8211; para matar a fome, como o pr\u00f3prio nome diz. E at\u00e9 hoje a tradi\u00e7\u00e3o continua. Quando se compra costela no a\u00e7ougue, se v\u00ea aquela tira de cor rosada, que devemos separar, sob a pena de ficar dura. Entretanto, enfiada, subindo e descendo pelo espeto e assada rapidamente, volta a cuprir sua fun\u00e7\u00e3o de matar ou de ati\u00e7ar a fome. Cuide para que n\u00e3o fique seca, corte-a em pequenos peda\u00e7os, tenha a farinha por perto e sirva no Dia dos Pais. E para quem quer uma receita mais requintada, a\u00ed vai:<\/p>\n<blockquote><p>MATAMBRE RECHEADO<\/p>\n<p><span style=\"text-decoration: underline;\">Ingredientes:<\/span> uma larga pe\u00e7a de matambre, de cerca de 2kg; 2 dentes de alho, bem esmagados; 2 cebolas m\u00e9dias, bem picadas; 2 ma\u00e7os de cheiro verde, bem picados; 2 ovos cozidos, cortados em peda\u00e7os m\u00e9dios; 2 pimentas vermelhas, bem picadas; 2 copos de vinho branco seco; 3 lim\u00f5es galegos sumarentos; 1 lingui\u00e7a calabresa, n\u00e3o muito forte; 1 piment\u00e3o vermelho e outro amarelo, j\u00e1 cozidos e cortados \u00e0 juliana; 1 colher de cravo da \u00edndia, mo\u00eddo; 1\/2 x\u00edcara de pimenta-do-reino, mo\u00edda; 1\/2 copo de vinagre de ma\u00e7\u00e3; sal fino, a gosto.<\/p>\n<p><span style=\"text-decoration: underline;\">Prepara\u00e7\u00e3o:<\/span> Estende-se o matambre sobre a mesa. Retira-se o excesso de gorduras e apara-se as pontas, para deix\u00e1-lo o mais retangular poss\u00edvel. Espreme-se o suco de um lim\u00e3o sobre ele e deixa-se assim um tempo, enquanto se prepara outros ingredientes. Depois tempera-se com o sal, a pimenta, o cravo, cobre-se como vinho e o vinagre e deixa-se em uma panela, por umas duas horas, para curtir. Na segunda etapa dos trabalhos, estende-se de novo o matambre sobre a mesa, com a parte da gordura para cima. \u00c9 a hora de colocar os recheios, que s\u00e3o distribu\u00eddos uniformemente sobre o matambre. Repare que a lingui\u00e7a, inteira, dever\u00e1 ficar esticada no sentido do comprimento. Come\u00e7amos ent\u00e3o a enrol\u00e1-lo, lenta e firmemente, at\u00e9 ficar com a forma de um grosso salame, um rocambole de carne. Precisamos ter o cuidado de afin\u00e1-lo bem ou, melhor ainda, fechar as duas pontas para que n\u00e3o se percam as miudezas. Amarra-se bem, aumentando a press\u00e3o, com um barbante bem forte. A primeira parte est\u00e1 pronta. Agora temos que pedir licen\u00e7a na cozinha, e levamos a pe\u00e7a para a panela de press\u00e3o, onde ficar\u00e1 por cerca de 1 hora, coberto por \u00e1gua, no vinagre arom\u00e1tico e no vinho, e mais o resto da vinha d\u00b4alho, onde marinou. Findo este tempo, testamos a carne com a ponta da faca para ver o grau de maciez. Se aprovado, podemos servir assim quente, ou mesmo frio, como uma entrada. Por\u00e9m, como temos uma irresist\u00edvel voca\u00e7\u00e3o de churrasqueiros, espetamos com cuidado em um espeto duplo fino e levamos \u00e0s brasas at\u00e9 tostar bem a parte de fora e esquentar mais ainda a de dentro. Trazemos quente para a t\u00e1bua e cortamos em rodelas, que se mostrar\u00e3o coloridas, para aprova\u00e7\u00e3o geral.<\/p><\/blockquote>\n<p>S\u00e1bado tem sempre uma \u201cReceita do dia\u201d vinda diretamente dos <a href=\"http:\/\/www.lpm.com.br\/site\/default.asp?TroncoID=805134&amp;SecaoID=510927&amp;SubsecaoID=0&amp;Serie=Gastronomia\" target=\"_blank\">livros da S\u00e9rie Gastronomia L&amp;PM<\/a>.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A receita de hoje\u00a0vem do livro\u00a0Mais de 100 dicas de churrasco, de Leon Hernandes Dziekaniak.\u00a0Nos prim\u00f3rdios do churrasco &#8211; e ainda hoje nas fazendas -, quando matavam o boi, a primeira carne que se tirava era aquela manta que envolvia a costela. 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