Posts Tagged ‘Bram Stoker’

O livro fashion

segunda-feira, 28 fevereiro 2011

Ainda no clima da premiação do Oscar, encontramos esta foto da ganhadora do prêmio de Melhor Atriz, Natalie Portman, no dia da estreia de Cisne Negro (2010), em que o figurino e o penteado básicos jogam luz sobre um acessório inusitado.

O livro (!) que ela carrega é, na verdade, uma bolsa criada pela designer francesa Olympia Le Tan, que se inspira em clássicos da literatura para fazer suas peças. Além de Lolita, de Nabokov, obras-primas de Salinger, Conrad e Melville também viraram bolsas.

Mas o nosso preferido é, sem dúvidas, o modelo inspirado no Drácula, de Bram Stoker. E você? Com qual visual combinaria o acessório?

Sobrinho-bisneto de Bram Stoker virá ao Brasil

terça-feira, 29 junho 2010

Da sombra do tio-bisavô (?) surge de repente o escritor Dacre Stoker, autor de Drácula, o morto-vivo. Dacre é um parente (bem distante) de Bram Stoker, criador do Drácula (o original), e vem a Bienal do Livro de São Paulo em agosto. Para quem gosta de histórias de terror, é uma oportunidade de ouro: Dacre participará do Salão de Ideias sobre vampirismo com José Mojica Marins, o célebre Zé do Caixão. E se você está pensando em ir, já pode preparar a fantasia: os visitantes caracterizados entram de graça e ainda concorrem a prêmios.

Também durante a Bienal, a L&PM lança na sua Série Ouro, um livro que reúne alguns dos maiores clássicos de horror: Drácula (o de Bram Stoker), Frankenstein,  de Mary Shelley  e O médico e o monstro, de Robert Louis Stevenson.

Veja as adaptações do clássico de Bram Stoker para o cinema no post Parabéns ao Drácula.
 

Parabéns ao Drácula

quarta-feira, 26 maio 2010

Como todos vocês certamente leram nosso site hoje,  já sabem que há exatos 113 anos era publicada a primeira edição de Drácula, clássico de Bram Stoker. E desde aquele longínquo 26 de maio de 1897, o “vampiro original” ganhou pelo menos dez adaptações para o cinema. Separamos três delas para que vocês se divirtam comparando a evolução do primeiro Drácula cinematográfico, de 1931,  ao último, do ano 2000. Entre eles está o de 1992, dirigido por Francis Ford Coppola.

Drácula (1931)

Drácula de Bram Stoker (1992)

Drácula 2000 (2000)

Beijos literários

terça-feira, 13 abril 2010

Ah, o beijo… Como viver, amar e ser feliz sem ele?

É por isso que, hoje, no Dia do Beijo, separamos alguns trechos de pockets da L&PM que homenageiam esse que pode ser o mais puro ou o mais libidinoso dos atos.

Romeu e Julieta, de Shakespeare: “Beijarei teus lábios. Pode ser que ainda encontre neles um pouco de veneno que me faça morrer com este fortificante. (Beija-o)”.

Kama Sutra, Capítulo 3: “Os locais a serem beijados são os seguintes: a fronte, os olhos, as bochechas, a garganta, o colo, os seios, os lábios e o interior da boca. O povo de Lat também beija os seguintes locais: os quadris, os braços e o umbigo”.

 Drácula, de Bram Stoker: “Mas, logo após, voltou a abrir os olhos com toda aquela doce ternura de outrora. E desembaraçando aos poucos sua pobre, frágil e descorada mão, estendeu-a ao encontro da morena destra de Van Helsing. Este tomou-a entre seus robustos dedos, acariciou-a e beijou-a, na mais comovente das sublimações”.

Para sempre ou nunca mais, de Raymond Chandler: “Eu te odeio – ela disse, a boca contra a minha. – Não por isso, mas porque a perfeição nunca vem sem um intervalo e no nosso caso ela veio logo em seguida. E não quero nem vou voltar a vê-lo. Terá que ser para sempre ou nunca mais”.

Pulp, de Charles Bukowski: “Nós nos abraçamos e juntamos as bocas. A língua dela enfiara-se em minha boca, quente, mexendo-se como uma pequena serpente”.

Trecho de Elegia [de Marienbad] de Trilogia da Paixão, de Goethe: “Como por mim à porta ela aguardava / E felizardo aos poucos me fazia, / Após o último beijo me alcançava  / E ainda mais um dos lábios imprimia, / Assim, movente e clara, a efígie amada / No coração a fogo está gravada”.

Trecho de Versos Íntimos, de Eu e Outras Poesias, de Augusto dos Anjos: “Toma um fósforo. Acende teu cigarro! / O beijo, amigo, é a véspera do escarro, / A mão que afaga é a mesma que apedreja. / Se a alguém causa inda pena a tua chaga, / Apedreja essa mão vil que te afaga, / Escarra nessa boca que te beija!”.

O Dia do Beijo é comemorado em duas datas: 6 de julho (Kissing Day) e 13 de abril.