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O mais romântico dos dias

terça-feira, 14 fevereiro 2017

14 de fevereiro é Dia de São Valentim, dia internacional do amor, dia dos namorados em grande parte do mundo ocidental. A origem da data tem diferentes versões. Foi o dia da morte de São Valentim, o santo casamenteiro que apaixonou-se pela filha cega do carcereiro. Também o dia em que, na Roma antiga, se festejava a fertilidade numa comemoração chamada Lupercália. E, para completar, na Idade Média, 14 de fevereiro marcava o início do acasalamento dos pássaros. O que leva a crer que não pode haver dia mais romântico do que esse.

E mesmo que, no Brasil, o Dia dos Namorados seja comemorado em 12 de junho, não há motivo para não se festejar também o Valentin’s Day. Afinal, amar nunca é demais.

Abaixo, algumas sugestões de livros da Coleção L&PM Pocket que combinam com esse dia:

Há história mais romântica do que a de Romeu e Julieta?

Sonetos para serem lidos a dois

“Kama” também significa “amor” em sânscrito

Uma história de amor vivida na Paris de 1968

Uma linda história de amor entre duas mulheres

Kama Sutra, a arte do prazer

quarta-feira, 28 setembro 2011

Engana-se quem pensa que o Kama Sutra se resume a posições amorosas e outras maneiras de se “chegar lá”. O Kama Sutra é um livro sobre a arte de viver, sobre o relacionar-se com o outro, sobre a conduta ideal. E, claro, sobre como dar e receber prazer.

A origem do que hoje a gente chama de Kama Sutra perde-se na mitologia: seria um tratado muito antigo, com mil capítulos, surgido da energia liberada entre a união do deus Shiva e de sua consorte Parvati: Nardi, o touro sagrado  guardião de Shiva, tomado por grande inspiração, recitara os versos durante o enlace sexual dos deuses. O Kama Sutra de Vatsyayana (que foi traduzido pela primeira vez pelo explorador inglês Richard Francis Burton no século XIX) oferece uma inestimável visão do estilo de vida do povo indiano – um dos povos que mais valoriza a alma e as relações humanas.

No Kama Sutra da Coleção L&PM POCKET não há figuras, mas textos sobre união sexual, beijo, abraço, mordidas, sons, mulheres, homens, sexo oral, casamento, segurança, virtude, atração e muito mais.

Para os que, no entanto, sentirem falta de imagens, separamos aqui algumas das posições do Kama Sutra que vão além do papel. Nas cenas que seguem (tirem as crianças da sala), há algumas posições feitas de chocolate, lã, biscoito, farinha e madeira.

Kama Sutra de chocolate

Kama Sutra de lã

Kama Sutra de biscoito

Kama Sutra de madeira

Gostou do assunto? Conheça a Série Eróticos da Coleção L&PM POCKET.

Beijos literários

terça-feira, 13 abril 2010

Ah, o beijo… Como viver, amar e ser feliz sem ele?

É por isso que, hoje, no Dia do Beijo, separamos alguns trechos de pockets da L&PM que homenageiam esse que pode ser o mais puro ou o mais libidinoso dos atos.

Romeu e Julieta, de Shakespeare: “Beijarei teus lábios. Pode ser que ainda encontre neles um pouco de veneno que me faça morrer com este fortificante. (Beija-o)”.

Kama Sutra, Capítulo 3: “Os locais a serem beijados são os seguintes: a fronte, os olhos, as bochechas, a garganta, o colo, os seios, os lábios e o interior da boca. O povo de Lat também beija os seguintes locais: os quadris, os braços e o umbigo”.

 Drácula, de Bram Stoker: “Mas, logo após, voltou a abrir os olhos com toda aquela doce ternura de outrora. E desembaraçando aos poucos sua pobre, frágil e descorada mão, estendeu-a ao encontro da morena destra de Van Helsing. Este tomou-a entre seus robustos dedos, acariciou-a e beijou-a, na mais comovente das sublimações”.

Para sempre ou nunca mais, de Raymond Chandler: “Eu te odeio – ela disse, a boca contra a minha. – Não por isso, mas porque a perfeição nunca vem sem um intervalo e no nosso caso ela veio logo em seguida. E não quero nem vou voltar a vê-lo. Terá que ser para sempre ou nunca mais”.

Pulp, de Charles Bukowski: “Nós nos abraçamos e juntamos as bocas. A língua dela enfiara-se em minha boca, quente, mexendo-se como uma pequena serpente”.

Trecho de Elegia [de Marienbad] de Trilogia da Paixão, de Goethe: “Como por mim à porta ela aguardava / E felizardo aos poucos me fazia, / Após o último beijo me alcançava  / E ainda mais um dos lábios imprimia, / Assim, movente e clara, a efígie amada / No coração a fogo está gravada”.

Trecho de Versos Íntimos, de Eu e Outras Poesias, de Augusto dos Anjos: “Toma um fósforo. Acende teu cigarro! / O beijo, amigo, é a véspera do escarro, / A mão que afaga é a mesma que apedreja. / Se a alguém causa inda pena a tua chaga, / Apedreja essa mão vil que te afaga, / Escarra nessa boca que te beija!”.

O Dia do Beijo é comemorado em duas datas: 6 de julho (Kissing Day) e 13 de abril.