Arquivo de setembro, 2016

Johnny Depp, Daisy Ridley e Michelle Pfeiffer no Expresso Oriente

sexta-feira, 30 setembro 2016

Confirmado: Johnny Depp estará no remake de Assassinato no Expresso Oriente, filme baseado na obra de Agatha Christie. E além dele também tem Michelle Pfeiffer, Daisy Ridley e grande elenco.

Expresso Oriente elenco

Johnny Depp, Daisy Ridley e Michelle Pfeiffer

Ah, sabe quem será o detetive Hercule Poirot? Ninguém menos do que Kenneth Branagh que, aliás, também assina a direção do filme. A produção é da 20th Century Fox’s e as filmagens estão marcadas para começar em novembro, em Londres.

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Kenneth Branagh vai dirigir o filme e interpretar o detetive mais famoso de Agatha Christie

“Assassinato no Expresso Oriente”, publicado em 1934, é considerado uma das histórias mais engenhosas de Agatha Christie. A L&PM publica em o livro em pocket e formato convencional.

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Pinturas de Van Gogh roubadas em 2002 são encontradas na Itália

sexta-feira, 30 setembro 2016

Em 7 de dezembro de 2002, duas pinturas assinadas pelo mais célebre artista holandês sumiram do museu Van Gogh em Amsterdã. Pois eis que, finalmente, nesta sexta-feira, 30 de setembro, a Guarda di Finanza italiana (Polícia financeira) anunciou que as telas foram recuperadas. As autoridades disseram que alguns integrantes do grupo que roubou os quadros tinham sido detidos há algum tempo, mas o paradeiro das obras “A igreja protestante de Noenen” e “A praia de Scheveningen ao começar a tempestade” permaneceu desconhecido durante 14 anos.

Até que, em uma operação contra a máfia, as duas obras de Van Gogh foram localizadas em Castellammare di Stabia (perto de Nápoles, no sul da Itália).

O primeiro dos quadros representa os fiéis saindo do templo onde o pai de Van Gogh era pastor e foi pintado pelo artista em 1884 para sua mãe, que acabava de quebrar uma perna.

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“A praia de Scheveningen ao começar a tempestade” é uma tela de pequenas dimensões (34,5 por 51 centímetros) que representa uma cena do litoral próximo a Haia, com um mar bravio e um céu tenebroso. O artista teve que lutar contra os elementos para pintar esta obra e alguns dos grãos de areia que o vendaval jogava sobre a tela úmida ainda estão incrustados nela.

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A L&PM publica a biografia de Van Gogh, Cartas a Theo Vincent (em quadrinhos).

O mangá “Ulisses”, adaptado da obra de James Joyce

quarta-feira, 28 setembro 2016

O jornalista Alexandre de Paula escreve sobre a adaptação de “Ulisses“, de James Joyce, publicado na Série Clássicos em Mángá da Coleção L&PM Pocket. O texto de Alexandre foi publicado no Correio Braziliense e também no Diário de Pernambuco. Leia abaixo:

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“Ulisses” tem 400 páginas e custa R$ 29,90

O último verso de Neruda é uma declaração de amor

sexta-feira, 23 setembro 2016

A voz de Pablo Neruda calou-se dias depois do golpe militar de Pinochet e do assassinato de seu amigo Salvador Allende, presidente eleito do Chile. Por uma estranha coincidência, Allende foi executado no Palácio Presidencial pela turma do general Pinochet exatamente no dia 11 de setembro de 1973. Esta data passou a ser mais sinistra ainda, 28 anos depois, quando do atentado às torres do World Trade Center em Nova York.

Neruda, já doente, não resistiu à tristeza e ao desespero de ver seu Chile ser tomado de assalto por um general sanguinário. Morreu 12 dias após o golpe, em 23 de setembro de 1973. A casa do poeta era famosa, em Isla Negra, referida muitas vezes em seus versos. Recorrente também em sua obra é a relação com o mar, com a liberdade, a solidariedade, as paixões e as mulheres. Desde 1980 a L&PM publica obras de Pablo Neruda. Hoje temos em nosso catálogo dezenas de livros que reúnem uma parte importante da sua obra poética. Incluindo a nova edição bilíngue de O mar e os sinos (El mar y las campanas) que foi publicado no Brasil com o título de Últimos Poemas (O mar e os sinos). É o livro em que o poeta trabalhava quando morreu. Uma obra belíssima. Melancólico, íntimo, nostálgico, Neruda expõe seus diálogos com o mar e se mostra sereno e altivo em relação à morte eminente. E, sobretudo, possui uma linda declaração de amor, das mais belas que eu conheço. Seu último poema conhecido, “Final”, foi para sua mulher Matilde Urrutia.  Em um dos versos ele diz:

 Foi tão belo viver

Quando vivias.

Isto sim é que é amor… (Ivan Pinheiro Machado)

Pablo Neruda e sua esposa, Matilde

 

Livros de Neruda na L&PM Editores:

A Barcarola

Cantos cerimoniais

Cem sonetos de amor

Coração amarelo

Crepusculário

Defeitos escolhidos & 2000

Elegia

Jardim de inverno

Livro das perguntas

Memorial de Isla Negra

Residência na Terra I

Residência na Terra II

A Rosa separada

Terceira residência

Últimos poemas

As Uvas e o vento

Novo livro de Luiz Antonio de Assis Brasil em destaque

quarta-feira, 21 setembro 2016

O inverno e depois“, novo livro de Luiz Antonio de Assis Brasil será lançado nesta quarta-feira, 21 de setembro, em Porto Alegre na recém inaugurada livraria Saraiva do Shopping Iguatemi.

O lançamento ganhou destaque em vários jornais e foi capa do Segundo Caderno do Jornal Zero Hora e do caderno Panorama do Jornal do Comércio.

O novo livro de Luiz Antonio de Assis Brasil em destaque no jornal Zero Hora (clique para ampliar)

O novo livro de Luiz Antonio de Assis Brasil em destaque no jornal Zero Hora (clique para ampliar)

Assista ao Booktrailer de “O inverno e depois” em que Luiz Antonio de Assis Brasil lê trechos de seu novo livro:

O vestido mais famoso do cinema

quarta-feira, 14 setembro 2016

Digamos que você tivesse uma máquina do tempo. Imagine que, ao entrar nela, fosse possível girar um botão e ir parar em Nova York há exatos 62 anos atrás. Neste caso, você provavelmente seria uma das pessoas que se acotovelaram para ver uma das cenas mais célebres do cinema: a louríssima, glamourosa e vaporosa Marylin Monroe mostrando as pernas enquanto seu vestido branco flutuava junto com os pensamentos daqueles que acompanhavam a gravação de O pecado mora ao lado.

“Na própria noite de chegada, 14 ou 15 de setembro de 1954, a produção planejou filmar no coração de Nova York uma curta cena em que a loura criatura se entrega inocentemente, no espaço de um instante, à volúpia de deixar o vestido se levantar em cima de um bueiro de metrô.” descreve o livro Marilyn Monroe, de Anne Plantagenet, Série Biografias L&PM.

O vestido em questão foi desenhado pelo estilista William Travilla que já havia criado modelos para o filme Os homens preferem as loiras. Travilla, que conhecia como ninguém as preferências da Fox, o estúdio responsável por O pecado mora ao lado, criou um vestido cujo tecido teria que ser tão leve a ponto de ter sua saia levantada pela corrente de ar do metrô. “Queria que ela parecesse fresca e limpa. Então me perguntei o que podia fazer com essa mulher tão linda para que aparecesse com uma imagem clara, pálida e adorável? Que tipo de vestido poderia ser levantado por uma brisa e que ao mesmo tempo fosse divertido e bonito?” disse Travilla na época. Foi durante um final de semana que Travilla desenhou os dez vestidos que Marilyn Monroe usaria no filme, entre ele um branco, simples, de verão, plissado e com as costas de fora que produziria um efeito mágico.

Marilyn Monroe "Seven Year Itch", 1955

A etiqueta do vestido de Marilyn com a assinatura de seu criador

Após a estreia da película, o vestido branco ficou com o estúdio que o vendeu para Debbie Reynolds. O mundo, no entanto, não se conformou e prostestou que queria vê-lo de perto. Assim, no final dos anos 50, Travilla conseguiu que Reynolds lhe emprestasse a peça para que ele pudesse fazer uma cópia exata, com os mesmos materiais e medidas. Foi a primeira e única vez que o estilista fez duas vezes a mesma peça.  A partir de então, a roupa mais célebre de Marilyn (ou pelo menos um clone dela) passou a participar de exposições pelo mundo.

Já o vestido original usando pela loira foi a leilão em junho de 2011 e acabou sendo arrematado pela “bagatela” de 4,6 milhões de dólares.

Ferlinghetti e seu parque de diversões da cabeça

terça-feira, 6 setembro 2016

Lawrence Ferlinghetti é um dos beats originais, da turma de Jack Kerouac, Allen Ginsberg e William Bourroughs. Aos 97 anos, lúcido e produtivo, ele se diz cansado e “só esperando pelo blecaute final”, conforme relatou em recente entrevista à Folha de S. Paulo. Na entrevista, aliás, o escritor, fundador da editora City Lights, fala de poesia, anarquismo, Obama e os amigos beats Ginsberg e Burroughs. A entrevista é de Rafael Sassaki. Clique aqui para lê-la na íntegra.

Ferlinghetti lendo

Como começou a escrever poesia? Como foi escrever “Um Parque de Diversões da Cabeça”?
Não me dei conta que era poeta, me dei conta de que tinha algo a dizer. Eu havia acabado de voltar de Paris, onde vivi por 4 anos, fazendo doutorado. E vim direto para São Francisco, onde nunca havia estado. O que escrevi nos meus primeiros anos aqui foi influenciado por autores franceses. Mas o que acontecia em São francisco imediatamente passou a afetar minha escrita. Os anos 1950 foram uma época revolucionária. Havia mais oportunidades em São francisco do que em Nova York, que já estava vendida, onde tudo já havia sido tomado. Em São Francisco você podia fazer qualquer coisa, ainda havia uma última fronteira na América, e era um lugar excitante de se estar.

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De Lawrence Ferlinghetti, a L&PM publica, além de Um parque de diversões da cabeçao romance Amor nos tempos de fúriaAlém disso, Uivo, de Allen Ginsberg, livro publicado originalmente pela City Lights (e pelo qual Ferlinghetti foi processad0), também faz parte do catálogo L&PM.

Nova Montblanc William Shakespeare em edição limitada

segunda-feira, 5 setembro 2016

2016 marca os 400 anos de morte de William Shakespeare. Para não deixar a efeméride passar em branco, a Montblanc lançou uma nova caneta em homenagem ao bardo. O design octogonal é inspirado no The Globe, teatro de Londres que pertencia ao escritor; o anel e o clipe retratam o brinco dourado que Shakespeare usa no seu retrato mais conhecido, o retrato de Chandos. E o site oficial da Montblanc dá ainda mais detalhes: “O corpo multicolorido da esferográfica está ornamentado com requintados padrões de guilhoché e coberto com um verniz precioso, enquanto a tampa é de verniz preto puro.”

Batizada de “Writers Edition William Shakespeare 1597″, ela limita-se, como o próprio nome indica, a somente 1.597 canetas-tinteiro no mundo todo. O número limitado gravado na tampa é prova da exclusividade de cada peça.

Quanto custa essa preciosidade? Cerca de 12 mil reais. Digamos que não é para qualquer um.

Shakespeare Mont Blanc

Uma Montblanc especial para marcar os 400 anos da morte de Shakespeare

Clique aqui e conheça outros modelos de Montblanc inspirados em escritores famosos.

Os novos selos comemorativos de Agatha Christie

quinta-feira, 1 setembro 2016

A página oficial de Agatha Christie anunciou esta semana que, para celebrar o centenário de lançamento do primeiro romance policial da Rainha do Crime (O misterioso caso de Styles) e da criação de Hercule Poirot, o Royal Mail do Reino Unido vai lançar seis novos modelos de selos que trazem cenas de seis romances importantes: Assassinato no Expresso Oriente, O Misterioso caso de Styles, E não sobrou nenhum, Um corpo na biblioteca, O assassinato de Roger Ackroyd e Convite para um homicídio. Além dos selos, também serão lançados cartões postais com as mesmas ilustrações.

O lançamento oficial vai acontecer em 15 de setembro (dia do aniversário de Agatha Christie), em Torquay, durante um evento exclusivo que acontecerá em parceria com o Royal Mail. A partir deste dia, será possível comprar o conjunto dos seis selos com um carimbo especial, o conjunto dos seis cartões postais, além de um pacote especial apresentado por Mathew Prichard, neto da escritora, que traz textos e fotos de Agatha Christie sobre sua família, sua vida e sua obra e também reflexões intrigantes sobre seu personagem mais famoso, Hercule Poirot.

Lá no site do Royal Mail você encontra mais informações. Conheça os selos:

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