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Leia, seja, apoie essa ideia

sexta-feira, 1 setembro 2017

Campanha de valorização à leitura transforma personalidades em personagens de clássicos da literatura.

Bernardinho, Washington Olivetto, Baby do Brasil, Bela Gil, Cauã Reymond e Pedro Bial são as estrelas de uma campanha de valorização do livro e do papel transformador da leitura que foi lançada oficialmente nesta quinta-feira, 31 de agosto, durante a abertura da Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro. A ação LEIA. SEJA. é uma realização do SNEL - Sindicato Nacional dos Editores de Livros e as peças da campanha foram criadas pela agência WMcCann.

Os astros da campanha foram escolhidos por sua paixão pelos livros e pela leitura e cada um deles assumiu um personagem da literatura:

Cauã Reymond é Dom Quixote de la Mancha, personagem criado por Cervantes.

Cauã Reymond é Dom Quixote de la Mancha, personagem criado por Cervantes.

Bela Gil virou Capitu, personagem de "Dom Casmurro", de Machado de Assis

Bela Gil virou Capitu, personagem de “Dom Casmurro”, de Machado de Assis

Pedro Bial é Sherlock Holmes, o famoso detetive criado por Sir Arthur Conan Doyle

Pedro Bial é Sherlock Holmes, o famoso detetive criado por Sir Arthur Conan Doyle

Bernardinho como Capitão Rodrigo, do livro "O tempo e o vento", de Érico Verissimo

Bernardinho como Capitão Rodrigo, do livro “O tempo e o vento”, de Érico Verissimo

Diretamente do Sítio do Picapau Amarelo: Washington Olivetto como Visconde de Sabugosa e Baby do Brasil como Emília

Diretamente do Sítio do Picapau Amarelo: Washington Olivetto como Visconde de Sabugosa e Baby do Brasil como Emília

O conceito desenvolvido pela agência parte da ideia de que, quando lemos, nos tornamos parte da história – ler estimula a imaginação, a criatividade e a inspiração; faz rir e chorar, refletir e viajar. Na campanha, as personalidades dão vida aos personagens, lendo trechos dos títulos escolhidos. Assim que fecham os livros, voltam a ser eles mesmos, com o semblante transformado pelo prazer e a reflexão que uma boa leitura oferece.

“O Brasil precisa com urgência de uma revolução de cidadania e ética, e acreditamos que a leitura tem um papel fundamental a desempenhar nessas áreas. A campanha LEIA.SEJA. quer mostrar exemplos de pessoas reconhecidas pelo público em geral, que tiveram suas trajetórias marcadas pelos livros de diferentes maneiras”, afirma Marcos da Veiga Pereira, presidente do Sindicato Nacional dos Editores de Livros. “Nosso desejo é que essa ação reverbere pelos meses seguintes, estimulando o hábito da leitura ao redor do país e propondo uma conscientização sobre o seu valor”, completa.

O grupo foi fotografado por Miro, um dos mais consagrados fotógrafos brasileiros, em cenários que remetem às obras. As imagens serão utilizadas em anúncios impressos, outdoors, mídia urbana Out Of Home (OOH) e mídia digital, espalhados por diversas partes do país.

Durante o lançamento oficial da campanha houve a transmissão de um filme sobre os bastidores da campanha e a divulgação da hashtag #LeiaSeja nas redes sociais, através da fanpage no Facebook (www.facebook.com/leiaseja) e do perfil no Instagram (@leiaseja).

Ao longo de toda a Bienal, que vai até 10 de setembro, o público poderá conferir uma exposição das fotos dos personagens, que estarão acompanhadas de vídeos com o making-of e depoimentos das personalidades sobre a influência dos livros em suas vidas pessoais e profissionais.

Além disso, modelos circularão pelos pavilhões da Bienal nos fins de semana e no feriado de 7 de setembro com os trajes que foram usados pelas celebridades, divulgando a campanha entre os visitantes.

E aí? Curtiu essa ideia? Então leia e seja o personagem que você quiser.

Uma história cultural do século XX

sexta-feira, 25 agosto 2017

Paris Boêmia, Paris Libertária e Paris Ocupada, que têm como subtítulo “Os aventureiros da arte moderna”, é um dos mais importantes trabalhos publicados sobre a história política e cultural da primeira metade do século XX.

Ele demonstra como pintores, escultores, coreógrafos, teatrólogos, cineastas, filósofos, poetas, romancistas e músicos enfrentaram a tradição e lançaram as bases da nova arte, revolucionaram o pensamento e encararam os grandes desafios do novo século. Juntos, os três volumes somam quase 1.500 páginas onde Dan Frank parte de Paris para mapear meio século de revoluções artísticas e luta política.

Nesta trilogia de grande fôlego encontramos a história e os protagonistas de todas as correntes importantes que revolucionaram a arte moderna; as ideias e os intelectuais que deram origem e militaram em movimentos políticos como nazismo, fascismo, anarquismo, socialismo e, finalmente, a formidável resistência na Segunda Grande Guerra, onde os intelectuais e os artistas combateram o fascismo lado a lado com o povo e os soldados.

Entremeados com os fatos estão as mulheres, os homens, as anedotas, as curiosidades, tudo escrito num texto claro e saboroso. Modigliani, Alfred Jarry, André Breton, Scott Fitzgerald, Matisse e tantos outros em suas peripécias por Montmartre; Paris ocupada pelos nazistas que invadiam ateliês de pintores como Picasso, perseguiam escritores como Malraux, Gide, Breton; Hemingway, o grande romancista, no front como chefe de brigada combatendo na resistência à Franco na Espanha e na reconquista de Paris. O legendário fotógrafo Robert Capa, o homem que fez as grandes imagens da guerra, Saint Exupéry, o piloto de combate e os intelectuais envolvidos com a revolução russa, a guerra civil na Espanha e o pesadelo nazista. São centenas de histórias e personagens geniais. O resultado é um enorme painel que traduz tudo que se viu, viveu e aprendeu na cidade por onde tudo passou. Num tempo onde todos se entregavam de corpo e alma na missão de transformar o mundo. (Ivan Pinheiro Machado)

PARIS TRIO POCKET

A trilogia de Dan Franck acaba de chegar à Coleção L&PM Pocket.

Vem aí um novo filme de Mogli

sexta-feira, 25 agosto 2017

O Livro da Selva, obra mais famosa de Rudyard Kipling, vai ganhar uma nova adaptação para a tela grande. O filme que conta a história do menino Mogli dessa vez está sendo produzido pela Warner Bros e vai se chamar Jungle Book: Origins. Ele tentará superar o sucesso da adaptação feita em 2016 pela Disney. Assim como seu antecessor, também será uma versão live-action.

O diretor, Andy Serkis, é um super conhecedor da técnica que mistura atores com efeitos especiais (aquele lance de filmar num fundo verde, interagindo com o nada). E mais do que isso: Serkis é o ator que interpreta Cesar de Planeta dos Macacos, King Kong e também o Gollum de Senhor dos Anéis — colam aqueles fioszinhos nele e o cara manda ver.

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Em Jungle Books: Origins, além de dirigir, Serkis vai dublar o querido urso Baloo. Aliás, os atores dessa versão são in-crí-veis. Presta atenção:

LIVRO DA SELVA ATORES NOVO FILME

O lançamento na América do Norte está previsto para 19 de outubro de 2018. Enquanto isso, que tal ler (ou reler) O livro da selva de Rudyard Kipling? A L&PM publica em formato convencional, pocket e e-book.

Napoleão continua sabendo das coisas

terça-feira, 15 agosto 2017

Napoleão Bonaparte nasceu em 15 de agosto de 1769 em Ajaccio, capital da Córsega. E, ao longo de sua intensa vida de general, comandante e imperador, deixou um legado de pensamentos que foram reunidos no Manual do líder, publicado na Coleção L&PM Pocket com tradução de Julia da Rosa Simões. São frases que seguem sendo atuais:

“O governo precisa ser posto à prova continuamente.”

“Os grandes poderes morrem de indigestão.”

“Jamais as assembleias reuniram prudência e energia, sabedoria e vigor.”

“Nada funciona num sistema político em que as palavras não condizem com as coisas.”

“A verdadeira sabedoria das nações é a experiência.”

“É preciso demonstrar mais caráter na administração do que na guerra.”

“Qualquer associação é um governo dentro do governo.”

Amazon adaptará diversas obras de Agatha Christie para a TV

terça-feira, 15 agosto 2017

Concorrente do Netflix, a Amazon também é um canal streaming que produz séries originais. E a Amazon acaba de fechar uma parceria com o canal de TV BBC para produzir uma série baseada em obras de Agatha Christie.

A primeira adaptação, que já está em fase de produção, é Punição para a inocência (Ordeal By Innocence), publicado pela L&PM em pocket e e-book. Bill Nighy, Alice Eve e Ed Westwick são alguns dos nomes que estão no elenco.

O livro tem como história central a família Argyle e a sua ovelha negra, Jacko, acusado de ter matado a matriarca da família em um arroubo de loucura. Depois que Jacko morre na prisão, uma reviravolta acontece quando um homem chamado Arthur Calgary aparece para afirmar que o rapaz era inocente e para colocar toda a família sob suspeita.

Como outra parte da parceria com a BBC, a Amazon também está obtendo direitos exclusivos de transmissão premium para outras duas adaptações de Agatha Christie preexistentes da BBC One:  E não sobrou nenhum  e  Testemunha da acusação . Isso tudo acrescenta-se ao que pode ser algo de Agathainnaisance (sim, esse sufixo precisa ser aposentado), o que com o assassinato totalmente separado de Kenneth Branagh  no filme Orient Express para lançamento em 10 de novembro.

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Os escritores e seus pais

quarta-feira, 9 agosto 2017

Louis, pai de Allen Ginsberg:

Allen aponta para Louis em 1969

Allen aponta para Louis em 1969

Frederick, pai de Agatha Christie:

A jovem Agatha joga um jogo de tabuleiro com seu pai no jardim de casa

Agatha joga um jogo de tabuleiro com seu pai no jardim da casa

Heinrich, pai de Charles Bukowski:

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O jovem Charles posa ao lado da mãe e do pai

Carl, pai de Charles Schulz (com o neto no colo):

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Três gerações: Charles Schulz, criador de Peanuts, com seu filho e seu pai

Leo, pai de Jack Kerouac:

O pequeno Jack Kerouac com seu pai Léo e sua mãe Gabrielle

O pequeno Jack Kerouac com seu pai Léo e sua mãe Gabrielle

Charles, pai de Arthur Conan Doyle:

O garotinho é Arthur Conan Doyle, o criador de Sherlock Holmes, aos seis anos de idade

O garotinho é Arthur Conan Doyle, o criador de Sherlock Holmes, aos seis anos de idade

 

Joseph Conrad: mais do que um escritor, um personagem

quinta-feira, 3 agosto 2017

O premiado escritor colombiano Juan Gabriel Vásquez é fã de Joseph Conrad. Mais do que isso: é seu biógrafo. Mais do que isso ainda: Conrad é um dos principais personagem do livro de Vásquez, História secreta de Costaguana, romance de ficção publicado pela L&PM em 2011. Em História secreta Vásquez cria uma trama em que um tal José Altamirano conhece Conrad durante a construção do canal do Panamá. Do encontro dos dois surge o que poderia ser chamado de um dos grandes roubos da literatura: a apropriação indevida por Conrad da vida de Altamirano para criar a famosa obra Nostromo. Tudo fruto da imaginação de Juan Gabriel Vásquez. Mas que usou o seu vasto conhecimento sobre a vida, a obra e a personalidade de Conrad para inseri-lo na trama.

“(…) um dos contrabandistas era um jovem dois anos mais moço que eu, camareiro com salário nominal, de origem nobre, de crenças católicas e jeito tímido, cujo sobrenome era impronunciável para o resto da tripulação e cuja cabeça já começava, clandestinamento, a arquivar o visto e o ouvido, a conservar casos, a classificar personagens. Porque sua cabeça (embora o jovenzinho ainda não o soubesse) era a cabeça de um contador de histórias. Será preciso que lhes diga o óbvio? Tratava-se de um tal Korzeniowski, de nome Jozef, de nome Teodor, de nome Konrad.

Conrad, quando ainda era Korzeniowski, aos 17 anos

Jozef Teodor Konrad Korzeniowski - futuro Joseph Conrad - nasceu em 3 de dezembro de 1857. Aos 17 anos, virou marinheiro. Em 1878, depois de uma tentativa frustrada de suicídio, passou a servir em um barco britânico para escapar do serviço militar russo. Aprendeu a falar inglês com apenas 21 anos, idioma que dominaria de tal forma que seria considerado um dos maiores escritores da língua inglesa. Conrad usou suas experiências para escrever obras como o maravilhoso O coração das trevas, livro que serviu de inspiração para Coppola em “Apocalipse now”. Além dele, a Coleção L&PM Pocket publica, de Conrad, A linha de sombra, A flecha de ouro, Juventude e Os duelistas. Conrad morreu em 3 de agosto 1924. Aliás, o livro de Vásquez começa justamente com a notícia de sua morte:

Melhor dizer de uma vez: o homem morreu. Não, não basta. Serei mais preciso: o Romancista (assim mesmo, com maiúscula) morreu. Vocês já sabem de quem estou falando. Não é mesmo: Bom, vou tentar de novo: o Grande Romancista da língua inglesa morreu. O Grande Romancista da língua inglesa, polonês de nascimento e marinheiro antes de escritor, que passou de suicida fracassado a clássico vivo, de vulgar contrabandista de armas a Joia da Coroa Britânica, morreu. Senhoras, senhores: Joseph Conrad morreu.

Van Gogh e o tiro no peito

quinta-feira, 27 julho 2017

Vincent havia saído para pintar na tarde de 27 de julho, quando nessa hora costumava trabalhar na sala dos fundos do albergue. Deu um tiro de revólver contra o peito, caiu e depois se ergueu para retornar. Caiu três vezes no caminho de volta e notaram sua ausência, pois estava atrasado para o jantar. Sua atitude ao chegar pareceu estranha aos Ravoux: Vincent subiu diretamente ao seu quarto. Depois, como não descia para jantar, o sr. Ravoux subiu para vê-lo, encontro-o estendido no leito e perguntou o que tinha. Vincent virou-se bruscamente, abriu o casaco e mostrou a camisa ensanguentada. “É isso, quis me matar e falhei”, ele diz. (Van Gogh, David Haziot, Série Biografias L&PM Pocket).

Vincent Van Gogh não sairia mais da cama. Dois dias depois, morreria nos braços do irmão Theo, aos 37 anos e poucos meses.

VAN GOGH FOTO ALTA

Direto de Paris: os livros de bolso se impõem nas listas de best-sellers

quarta-feira, 19 julho 2017

Durante a Feira do Livro de Paris,  no início de 2017, os quatro livros mais vendidos na França eram todos livros de bolso. Este está longe de ser um caso isolado. Em 2016, os pockets ocuparam quatro das seis melhores posições de todo o ano e venderam, cada um, entre 380 mil e 650 mil cada um.

Nascidas na França nos anos 1930, as edições compactas se popularizaram para valer nos anos 1950, com a invenção da coleção Le Livre de Poche. O formato oferece uma segunda vida às obras, tornando-as acessíveis a todos os bolsos, com preços que representam metade ou até um terço do formato convencional. Hoje o formato de bolso representa uma venda de livro em cada três, com mais de 100 milhões de exemplares comercializados por ano. “É uma particularidade do mercado editorial francês”, diz Anne Assous, diretora da Folio, um dos principais players do setor, junto com a Pocket e Le Livre de Poche.  Esse formato reduzido realiza também um tour de force ao transformar em fenômeno comercial obras que passaram mais ou menos despercebidas quando de seu lançamento inicial.

O sucesso literário do momento, L’Amieprodigieuse, de Elena Ferrante, também deve muito ao formato de bolso. O primeiro volume só havia vendido 10 mil exemplares na Gallimard. Sua passagem para o pequeno formato na coleção Folio se traduziu em 420 mil exemplares vendidos. “A partir daí, a coisa engrenou. Os três volumes chegam hoje a 1,3 milhão de exemplares vendidos, incluídos aí todos os formatos”, salienta Anne Assous.

Como explicar que um texto idêntico tenha desempenhos comerciais tão diferentes? Há, é claro, a questão do preço. O bolso também está presente em um número elevado de pontos de venda, como o varejo especializado ou alimentar, as estações de trem ou os postos de gasolina. Isso o torna acessível aos leitores que se sentem intimidados pelas livrarias. Mesmo que o boca a boca seja pequeno, as vendas se encadeiam. Alguns gêneros, que visam o grande público, parecem ter desempenho ainda melhor no formato pequeno.  Mas não é a única explicação. “Há hoje um verdadeiro trabalho de marketing que havíamos deixado um pouco de lado”, afirma Vincent Monadé, presidente do Centre Nationaldu Livre. “O bolso não é mais a versão mini de uma obra. É um lançamento por si só, com um verdadeiro trabalho editorial.”

COMPRA POR IMPULSO

Esqueça o papel de baixa gramatura e a tinta que suja os dedos. O livro de bolso subiu a escala da gramatura e se distingue por capas muito trabalhadas. “Tentamos favorecer a compra de impulso”, indica Marie-Christine Conchon, presidente da UniversPoche (Editora Pocket). Os resumos também podem ser modificados, em relação aos resumos do formato convencional, para seduzir um público mais amplo. Os editores de livro de bolso não hesitam a fazer grandes campanhas para promover seus lançamentos.

As capas são alteradas a cada cinco anos, em média. Pois, se livros de formato convencional não ficam mais que alguns meses na linha de frente, o livro de bolso será comercializado durante anos.  “É a versão que vai ficar no catálogo dos editores. Os autores tomaram consciência disso e reconhecem a importância dessas edições”, sublinha VeroniqueCardi. Prefácios inéditos e bônus se multiplicam para fazer desses lançamentos verdadeiros acontecimentos. À mídia se solicita que fale novamente sobre essas obras. Os editores de livros de bolso gozam, aliás, de um fundo editorial sólido que lhes permite não depender unicamente das novidades. Certos clássicos podem repentinamente  voltar a ser populares, como 1984,da coleção Folio, que vendeu 90 mil exemplares desde a eleição de Donald Trump.

Via Jornal Le Figaro

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Jane Austen tem valor

terça-feira, 18 julho 2017

A escritora Jane Austen morreu em 18 de julho de 1817. Hoje, exatos 200 anos depois, uma nova nota de 10 libras esterlinas, com seu rosto, está sendo lançada na Inglaterra para celebrar o bicentenário de morte da autora.

Jane Austen nota dinheiro

A nova nota que homenageia Jane Austen

Segundo o jornal Estadão, o lançamento oficial da cédula ocorre em setembro e a nota vai substituir a atual, com o rosto de Charles Darwin, em circulação desde 2000. Uma edição limitada da moeda de 2 libras também vai circular na região de Hampshire, no sul da Inglaterra.

Para marcar os 200 anos da morte de Jane Austen, centenas de atividades serão promovidas por seus admiradores espalhados pelo mundo.

Clique aqui e conheça os livros da autora publicados pela L&PM.